Deputada federal também afirmou estar "chocada com a quantidade de desinformação" ao PL 1.904/24, que equipara o procedimento ao crime de homicídio.
Deputada federal Julia Zanatta defende projeto de lei anti-aborto. Montagem: Portal de Prefeitura Deputada federal Julia Zanatta defende projeto de lei anti-aborto. Montagem: Portal de Prefeitura
A deputada federal Julia Zanatta (PL-SC) afirmou em entrevista à CNN na última sexta-feira, 14 de junho, que o debate sobre o projeto de lei que equipara o aborto feito após 22 semanas de gestação ao homicídio não tem levado em conta a vida dos bebês.
“Eu fico um pouco chocada também com pessoas que não se importam com a vida do bebê. Estão falando do estuprador, estão falando da vítima, mas ninguém se importa com a vida do bebê, que pode, inclusive, nascer uma mulher”, disse Zanatta.
? Entre no nosso grupo de WhatsApp e receba as notícias do Portal de Prefeitura no seu celular
No programa, Zanatta debateu o tema com a deputada federal Fernanda Melchionna (PSOL-RS) e afirmou estar "chocada com a quantidade de desinformação" ao PL 1.904/24.
“A vítima de um estupro não vai ser impedida de realizar um 4borto ali no caso das exceções. Nós só estamos colocando um limite, de até 22 semanas ou cinco meses”, disse a deputada do PL.
Veja o vídeo:
O deputado federal Nikolas Ferreira usou sua rede social para reafirmar seu posicionamento contra o aborto e criticou a postura de de pastores e líderes evangélicos sobre o tema.
Ele escreveu:
“Somente o Pastor Silas e alguns outros encaram com a devida responsabilidade e gravidade.”
Ele destacou que muitos líderes evangélicos só se posicionam em eventos e congressos, sem um engajamento consistente na defesa da vida.
“E somente quando não tem mais pra onde correr, fazem um post pra pagar um pedágio pros seguidores”, lamentou o deputado.
1
05:37, 26 Mar
27
°c
Fonte: OpenWeather
Tribunal de Contas investiga aquisição de motos e bicicletas elétricas pela Prefeitura do Recife, segundo informações do Blog de Manoel Medeiros.
Projeto aprovado pela CCJ garante que professores e profissionais da educação recebam as refeições servidas aos alunos no período letivo.
O cronograma aprovado prevê a realização de outras audiências públicas, com a participação de especialistas, órgãos de trânsito e sociedade civil.
mais notícias
+