Presidente da Câmara, Hugo Motta. Foto: Reprodução/câmara dos deputados
Ao final da sessão plenária da Câmara dos Deputados desta quarta-feira, 21 de maio, o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB) oficializou o anúncio de criação de um grupo de trabalho sobre a reforma administrativa.
Os detalhes do GT começaram a ser ajustados na reunião de líderes desta quarta (21), da qual saiu a decisão pela retirada dos pontos relacionados à reforma do projeto de lei de reajuste dos servidores - recém aprovado na Casa.
"Todos os partidos da Casa estarão representados nesse grupo com um membro. Daremos um prazo de 45 dias para que o grupo de trabalho elabore uma proposta de eficiência da máquina pública do nosso País. Esse projeto não atende a um polo ou outro nesta casa, atende a uma sociedade por serviços públicos de melhor qualidade", anunciou Motta.
O presidente da Câmara sustentou que o intuito do grupo "não é retirar direitos de alguma categoria ou fazer qualquer perseguição".
"O que a presidência pensa é que podemos avançar usando pontos que já são usados em outros países, como o uso de tecnologia para prestar um serviço melhor à população. Podemos ter mais eficiência, agilidade em respostas ao povo, especialmente nos serviços públicos, educação, saúde segurança pública do social", indicou.
Segundo Motta, uma das "maiores expectativas sobre o que a Casa pode fazer" é o "trabalho por uma máquina pública mais eficiente".
"Estaremos criando esse grupo de trabalho para que, nesse prazo, uma proposta seja apresentada e possamos trazer ao plenário para a sua votação", apontou o presidente da Câmara.
O presidente da Câmara ainda fez um aceno ao deputado Zé Trovão (PL-SC) ao "reconhecer seu papel" na criação do GT. Motta afirmou que Trovão o procurou desde março para tratar da reforma administrativa.
"Não tenho dúvida que o líder (do PL) Sóstenes Cavalcante, vai colocá-lo no GT", afirmou.
No mesmo pronunciamento, Motta citou nominalmente o deputado Pedro Paulo (PSD-RJ) que é cotado para ser o coordenador do grupo de trabalho.
Estadão Conteúdo
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Segundo a parlamentar, parte da oposição utiliza a retórica conservadora para proteger políticos corruptos e interesses próprios.
O texto aprovado é um substitutivo do relator, deputado Mendonça Filho (União-PE), que fez diversas alterações na versão original da proposta, encaminhada pelo governo ao Congresso.
O acordo foi decidido durante reunião de líderes com o presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB).
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