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Ao lado de Nikolas Ferreira, André Ferreira defende anistia: "Nós não vamos recuar"

O deputado federal se manifestou sobre o assunto em suas redes sociais.

Fernanda Diniz

09 de abril de 2025 às 15:30   - Atualizado às 15:35

Nikolas Ferreira ao lado de André Ferreira.

Nikolas Ferreira ao lado de André Ferreira. Foto: Reprodução / Redes sociais

O deputado federal André Ferreira (PL) voltou a defender a anistia para manifestantes presos após os atos de 8 de janeiro. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar afirmou que “não vai descansar". 

"Não vamos descansar enquanto brasileiros de bem continuarem sendo tratados como criminosos por exercerem seu direito de se manifestar", afirmou.

Ao lado do também deputado Nikolas Ferreira (PL-MG), André ainda falou sobre compromisso com a liberdade e que 'não irá recuar'. 

“Simbora, Brasil! Nós não vamos recuar”, escreveu na legenda do post publicado em seu Instagram.

A pauta da anistia tem mobilizado parlamentares da oposição, que alegam perseguição política e abuso de autoridade contra os detidos.

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André Ferreira sobre Bolsonaro réu 

O deputado federal André Ferreira (PL-PE) usou suas redes sociais para falar sobre o ex-presidente Jair Bolsonaro virar réus no Supremo Tribunal Federal (STF) por tentativa de golpe de Estado.

O parlamentar afirmou em uma postagem que o cenário em que o ex-presidente se encontra é devido a ‘uma grande perseguição política’.

"O que assistimos hoje no Brasil é fruto de uma grande perseguição política", disse o deputado federal.

O colega de partido de Bolsonaro ainda deixou uma mensagem para o líder da direita.

"Não tema, capitão Jair Messias Bolsonaro. Deus é contigo e o Brasil também. Está na Palavra, lá em Romanos 12:21, que o mal se vence com o BEM. E é por isso que cremos que a verdade e a justiça prevalecerão no final", completou.

Bolsonaro vira réu 

Por unanimidade, os ministros da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) tornaram o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) réu pela tentativa de golpe de Estado. Votaram a favor do recebimento da denúncia os ministros Alexandre de Moraes, que é o relator do caso, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin.

Além de Bolsonaro, outras sete pessoas também se tornaram réus. Confira:

Alexandre Ramagem, deputado federal e ex-diretor-geral da Abin;
Almir Garnier, ex-comandante da Marinha do Brasil;
Anderson Torres, ex-ministro da Justiça e ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal;
Augusto Heleno, general e ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI);
Mauro Cid, tenente-coronel do Exército e ex-ajudante de ordens de Bolsonaro;
Paulo Sérgio Nogueira, general e ex-ministro da Defesa;
e Walter Braga Netto, general e ex-ministro da Casa Civil e da Defesa, além de ter sido candidato a vice de Bolsonaro em 2022.

Com a denúncia aceita, os investigados agora passarão a responder ao processo na Suprema Corte, onde poderão ser considerados culpados ou inocentes.

É a primeira vez que um ex-presidente eleito é colocado no banco dos réus por crimes contra a ordem democrática estabelecida com a Constituição de 1988.

“Não há então dúvidas de que a procuradoria apontou elementos mais do que suficientes, razoáveis, de materialidade e autoria para o recebimento da denúncia contra Jair Messias Bolsonaro”, disse Moraes, relator do caso no Supremo, referindo-se à acusação apresentada no mês passado pelo procurador-geral da República, Paulo Gonet.

O relator votou para que Bolsonaro também responda, na condição de réu no Supremo, aos crimes de organização criminosa armada, dano qualificado pelo emprego de violência e grave ameaça e deterioração de patrimônio tombado. Se somadas, todas as penas superam os 30 anos de cadeia.

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