Cachorro caramelo de Bolsonaro morde policiais militares durante ronda de prisão domiciliar Foto: Instagram/Reprodução
Policiais militares responsáveis por fiscalizar o cumprimento da prisão domiciliar do ex-presidente Jair Bolsonaro relataram ter sido alvo de ataques e mordidas por parte dos dois vira-latas "caramelo" que circulam livremente pela propriedade. Os ataques não foram eventos isolados, tendo ocorrido em pelo menos duas ocasiões distintas.
O episódio ocorreu durante a rotina de monitoramento externo da residência. Como os agentes da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) não possuem autorização para acessar as áreas internas da casa, eles permanecem posicionados no perímetro, dividindo-se entre a entrada principal e a área dos fundos, dividindo espaço com os agentes do Gabinete de Segurança Institucional (GSI).
Enquanto o GSI opera com foco na integridade do protegido, a PMDF precisa garantir que as restrições judiciais da prisão domiciliar sejam cumpridas, muitas vezes em condições de improviso logístico.
A exposição direta aos animais de estimação da casa reforça as reclamações sobre as limitações estruturais da missão. Sem um posto de guarda elevado ou isolado, os policiais ficam vulneráveis à interação com a rotina doméstica da família.
No dia 27 de março, Bolsonaro foi flagrado em momentos de descontração com a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro, brincando com os cães da família.
As imagens exibidas pela GloboNews mostram o ex-presidente sorrindo e interagindo com os animais, após receber alta médica, devido à melhora de uma broncopneumonia bacteriana. Bolsonaro cumpre prisão domiciliar determinada pela Justiça após sua condenação por tentativa de golpe de Estado.
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Com a capacidade de remanejamento de 20%, prática que é praxe no Estado, a gestão conta com mais flexibilidade orçamentária para atender a demandas urgentes.
A proposta altera a Constituição para permitir modelos como o regime 5x2, com dois dias de descanso semanal.
O trecho fica localizado entre o entroncamento com a PE-160, em Pão de Açúcar, e o km 33, em Vila Canaã, no município de Toritama, no Agreste.
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