Exército brasileiro recebe comitiva de militares da China Divulgação/CCOMSE
Pela primeira vez na história, o Brasil designou dois oficiais generais — um do Exército e outro da Marinha — para residirem permanentemente na China como adidos militares, conforme decreto publicado em junho de 2025. A decisão marca uma ruptura com a tradição de décadas de priorização quase exclusiva dos Estados Unidos como principal interlocutor estratégico das Forças Armadas brasileiras, onde até então apenas os EUA contavam com adidos nesse nível hierárquico.
A medida é interpretada por analistas como um gesto político com forte impacto geopolítico, e vem em meio ao estreitamento das relações entre Brasil e China no âmbito do BRICS, da indústria bélica e do agronegócio. Em resposta, o governo dos EUA endureceu sua postura, com o presidente Donald Trump anunciando tarifas de 50% sobre produtos agrícolas brasileiros e o Senado americano iniciando uma investigação formal sobre a presença chinesa no agronegócio nacional.
Apesar do gesto diplomático, militares brasileiros alertam que uma transição tecnológica e estratégica para o modelo chinês não seria viável no curto prazo, devido à forte dependência atual de sistemas, treinamentos e doutrinas de origem americana.
A matéria completa pode ser lida no site da Revista Sociedade Militar
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Ex-líder da oposição reassume mandato em 2027 após ficar na suplência nas eleições municipais de 2024.
O caso está pendente de manifestação da Procuradoria-Geral da República (PGR) e será julgado pelo plenário da Corte.
Segundo a Promotoria de Justiça, a eleição realizada em fevereiro não estaria de acordo com o entendimento firmado pelo STF no julgamento das Ações Diretas de Inconstitucionalidade.
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