No entanto, o ex-presidente precisa praticar recolhimento domiciliar no período noturno, a partir das 19h até as 6h, de segunda a sexta-feira, e de forma integral nos fins de semana.
Bolsonaro vai participar de motociata, mesmo com tornozeleira eletrônica. Foto: Reprodução
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) participará de uma motociata em Brasília (DF) nesta terça-feira, 29 de julho, às 15h. Será a primeira vez que o político comparecerá um evento do tipo após as medidas cautelares, como o uso de tornozeleira eletrônica e a obrigatoriedade de permanecer em casa no período noturno, impostas pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
A presença do ex-chefe do Executivo no evento foi confirmada no Instagram do Partido Liberal (PL) e por publicações feitas no X (antigo Twitter) de parlamentares que são apoiadores de Bolsonaro, como a senadora Damares Alves (Republicanos-DF), o deputado federal Sóstenes Cavalcante (PL-RJ), que é líder da sigla na Câmara dos Deputados, e o deputado Gustavo Gayer (PL-GO).
Gustavo Gayer divulgou um vídeo que anuncia a presença do ex-presidente no evento usando um avatar gerado por Inteligência Artificial. O parlamentar acrescentou "eu acredito que essa vai ser a maior motociata da história do Brasil".
As motociatas são eventos recorrentes dos apoiadores de Jair Bolsonaro. O ex-presidente realizava reuniões do tipo em diversas regiões do País em uma tentativa de demonstrar força política, inclusive durante a pandemia, época em que as aglomerações eram proibidas.
Em delação premiada, o ex-ajudante de ordens de Bolsonaro, Mauro Cid, alegou que o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) comprou motos para acompanhar Bolsonaro em eventos do gênero.
Agora, no entanto, o ex-presidente participará do evento sob medidas cauteares. De acordo com as restrições impostas pelo STF, o Bolsonaro precisa praticar recolhimento domiciliar no período noturno, a partir das 19h até as 6h, de segunda a sexta-feira, e de forma integral nos fins de semana.
Estadão Conteúdo
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Para o presidente estadual da sigla, Tecio Teles, a chegada reflete um movimento mais amplo dentro do estado.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
Ao justificar a recusa, o órgão afirmou que a reunião dos dados poderia "sobrecarregar o órgão destinatário, desestabilizar suas operações e desorganizar suas funções".
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