Foto dos 20 pilotos da F1 2025 Foto: Divulgação Foto: F1/Divulgação
A trajetória da Fórmula 1 entra em uma fase decisiva com a implementação das novas regulamentações técnicas de motores. De acordo com o portal oficial da F1, o fluxo de energia dos carros passará a ser dividido igualmente entre o motor a combustão e o sistema elétrico, visando a sustentabilidade. Entretanto, o andamento dessas mudanças enfrenta resistência. Segundo a revista Autosport, o atual campeão Max Verstappen, da Red Bull Racing, expressou preocupações reais após testes em simuladores. Verstappen afirmou que o excesso de dependência das baterias pode forçar os pilotos a reduzirem a marcha em plena reta para recarregar o sistema, o que, em sua visão, prejudica o espetáculo e a dinâmica de corrida.
O grid atual apresenta um dos maiores contrastes geracionais da história da categoria. De acordo com a Sky Sports, o piloto mais jovem é o italiano Andrea Kimi Antonelli, da Mercedes, que assume a vaga de Lewis Hamilton aos 18 anos. No extremo oposto, o rumo da experiência é liderado por Fernando Alonso, da Aston Martin, que aos 44 anos continua sendo o piloto mais antigo em atividade. Conforme aponta o portal Motorsport, essa mescla define a agenda das equipes, que buscam o equilíbrio entre a agressividade dos novatos e a precisão técnica dos veteranos para ajustar os novos componentes híbridos.
Após anos de ausência, o Brasil volta a ter um representante titular no campeonato mundial. De acordo com o anúncio oficial da equipe Sauber (Audi), o brasileiro Gabriel Bortoleto foi confirmado para o assento titular, após uma trajetória de sucesso nas categorias de base, onde conquistou o título da Fórmula 3. Segundo o Globo Esporte, a chegada de Bortoleto é vista como um marco para o mercado brasileiro e uma aposta da Audi para sua entrada definitiva na categoria. Para a Folha de Pernambuco, a presença de um piloto nacional renova o interesse comercial e a audiência das transmissões no país.
As reclamações sobre o novo regulamento técnico não se limitam aos pilotos. De acordo com o diretor técnico da Red Bull, as novas baterias são significativamente mais pesadas, o que altera o centro de gravidade e o comportamento dos pneus. Segundo o portal RaceFans, engenheiros da Ferrari e da Renault também levantaram dúvidas sobre a autonomia do sistema elétrico em circuitos de alta velocidade, como Monza e Spa-Francorchamps. O mercado investidor observa com cautela se essas mudanças não causarão um aumento exagerado nos custos de desenvolvimento das equipes menores, comprometendo a competitividade do torneio.
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