Decisão do ministro Gilmar Mendes encerra apuração do Ministério Público de Pernambuco ao apontar ausência de elementos mínimos para continuidade do procedimento.
De acordo com a Corte, o magistrado apresenta quadro de saúde estável e está em tratamento domiciliar.
Três secretárias municipais estavam sendo investigadas pelo Grupo de Atuação Especial de Repressão ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Estado de Pernambuco.
Além do deputado federal, outros parlamentares também também foram autorizados a encontrar o ex-presidente.
Segundo o órgão, a medida coloca em risco a vida e a segurança no trânsito, além de abrir brechas para que condutores burlem o sistema.
Cidadão solicita afastamento do ministro do STF após contrato milionário envolvendo esposa e críticas sobre mansão em Brasília.
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