A maior parte foi formada pelos ministros Flávio Dino, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Nunes Marques, Dias Toffoli e Cármen Lúcia.
De acordo com o pedido, a demora na abertura da comissão compromete a eficácia da investigação, com risco de perda de provas.
O Supremo limita benefícios extras a 35% do salário dos ministros, mantém exceções legais e projeta economia bilionária aos cofres públicos.
Na decisão, ministro do STF ressaltou que o prazo de recuperação da broncopneumonia bacteriana bilateral leva de 45 a 90 dias.
Moraes acolheu o parecer da Procuradoria-Geral da República, que se manifestou favoravelmente à flexibilização do regime, considerando o estado de saúde do ex-presidente.
Segundo a assessoria da imprensa da Corte, o vazamento teria ocorrido na copa do terceiro andar do edifício-sede, onde está localizado o gabinete da presidência.
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