Apesar da inflação acumulada e do aumento do custo de vida, os valores definidos pela lei de 2022 continuam vigentes.
O Ministério da Educação (MEC) tem prazo até 31 de janeiro para oficializar o reajuste, mas a divulgação ocorre sob forte pressão política e técnica.
Pagamentos do benefício previdenciário mínimo começam em 26 de janeiro; cerca de 22 milhões de brasileiros serão impactados.
Os números apresentados servem de base para o cálculo do reajuste e indicam um cenário de aumento limitado para os profissionais da educação.
O novo piso ficou abaixo da última estimativa do governo, que previa R$ 1.627, devido ao comportamento da inflação, medida pelo INPC.
A revisão também afeta pensões, abonos e auxílios vinculados ao salário mínimo.
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