Segundo os promotores, continuam presentes os requisitos necessários para a manutenção da prisão preventiva, principalmente para garantir a ordem pública e assegurar a aplicação da lei penal.
A restrição havia sido imposta depois do ministro do STF apontar o descumprimento de medidas cautelares pelo ex-presidente. A determinação não alcançava compromissos com advogados e atendimentos médicos.
Investigação revelou uma estrutura dividida entre financiadores, supervisores, divulgadores e cobradores responsáveis por intimidar comerciantes.
Na decisão, o ministro citou na decisão que Polícia Militar sugeriu que o procedimento seja realizado no centro médico da corporação.
Decisão unânime atendeu a recurso do Ministério Público, que apontou risco de interferência na produção de provas durante o andamento do processo.
A prisão está relacionada à ação policial, deflagrada pela FICCO/PE em maio de 2024 para combater uma organização criminosa com atuação em diferentes municípios.
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