Daniel Vorcaro preso Foto: Divulgação
O ex-banqueiro Daniel Vorcaro, ligado ao Banco Master, poderá participar das eleições gerais deste ano mesmo estando preso preventivamente no Distrito Federal.
O empresário solicitou à Justiça Eleitoral a possibilidade de exercer o direito ao voto durante o período em que permanece custodiado.
O primeiro turno das eleições está marcado para este domingo, 4 de outubro.
De acordo com os registros eleitorais, o local de votação de Vorcaro foi alterado e passou a constar no Complexo Prisional da Papuda, em Brasília. O empresário está atualmente detido no 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal, unidade conhecida como Papudinha.
Com a atualização realizada pela Justiça Eleitoral, Vorcaro está vinculado à seção 420, pertencente à zona eleitoral 018. A alteração permite que o empresário vote sem precisar deixar a unidade onde está sob custódia.
A legislação eleitoral estabelece que a suspensão dos direitos políticos ocorre, entre outras situações, quando existe condenação criminal definitiva, ou seja, quando não há mais possibilidade de recurso. Por estar em prisão preventiva e não possuir condenação criminal transitada em julgado, Vorcaro permanece com os direitos políticos preservados e, consequentemente, está apto a votar.
A situação é diferente daquela enfrentada por pessoas que cumprem pena após uma condenação definitiva. Nesses casos, os direitos políticos ficam suspensos durante o período determinado pela legislação.
Daniel Vorcaro foi preso em março, inicialmente na Superintendência da Polícia Federal. Em junho, ele foi transferido para a Papudinha, onde permanece sob prisão preventiva.
A detenção está relacionada às investigações da Operação Compliance Zero, que apura suspeitas de fraudes de grande proporção envolvendo o sistema financeiro brasileiro. O caso envolve operações atribuídas ao Banco Master e é acompanhado pelas autoridades responsáveis pela investigação.
Enquanto o processo segue em andamento, Vorcaro permanece sem condenação definitiva. Por essa razão, segundo as regras da Justiça Eleitoral, sua prisão preventiva não impede o exercício do voto nas eleições de 2026.
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Além disso, o instituto registrou recorde no número de trabalhadores ocupados, carteira assinada, massa salarial e contribuição para a previdência.
Segundo a defesa, a mulher deixou a unidade prisional para cumprir a pena em prisão domiciliar, com monitoramento por tornozeleira eletrônica.
A iniciativa não prevê reajuste automático. Conforme o texto apresentado, sua implementação dependeria da adesão de cada município e da aprovação de legislação municipal específica.
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