Na petição, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, argumentou que a única autoridade com foro privilegiado que havia na investigação era o ex-presidente Jair Bolsonaro
O procurador-geral Paulo Gonet afirma que a lei deve permanecer em vigor enquanto o mérito dos questionamentos no Supremo não é julgado.
De acordo com a acusação, o ex-deputado incentivou os EUA a decretarem tarifas contra as exportações brasileiras para pressionar o STF a não condenar o seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro.
O relator, ministro Alexandre de Moraes, votou por manter o pagamento da multa como condição para a progressão de pena.
A manifestação o órgão apresentada aponta que as informações fornecidas pelo banqueiro não trazem provas novas e teriam pouca utilidade para as investigações.
Defesa sustenta que o ex-ajudante de ordens está submetido a restrições judiciais desde maio de 2023, incluindo recolhimento domiciliar noturno e monitoramento por tornozeleira eletrônica.
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