O filho do presidente é investigado em três inquéritos autorizados pelo Supremo a pedido da PF, que tiveram origem em desdobramentos da Operação que apura um esquema de fraudes relacionadas a descontos indevidos do INSS.
Ronaldo Édison Richard respondia por suposto financiamento logístico de caravana e teve morte confirmada aos 63 anos; defesa negava envolvimento.
A manifestação foi solicitada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), relator do caso.
A determinação foi expedida logo após a Polícia Civil do Distrito Federal ter apresentado seu relatório final no inquérito que apura se o ex-presidente cometeu alguma irregularidade ou crime.
As apurações teriam o objetivo de averiguar se o parlamentar solicitou auxílio indevido em sua campanha eleitoral ou qualquer outra vantagem indevida.
O parecer do órgão foi solicitado na quarta-feira (24) pelo ministro Alexandre de Moraes, relator do caso.
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