Natural do Recife, Guilherme construiu praticamente toda a carreira na segurança pública baiana. Ele entrou na Polícia Civil no ano 2000.
A vítima do ataque sobreviveu a uma queda de aproximadamente 50 metros.
Coletivo foi atacado na BR-101, na Zona Oeste da capital, durante ação que assustou moradores e interrompeu viagem com dezenas de passageiros.
O caso aconteceu em maio de 2025, durante uma roda de samba realizada na ilha. O disparo teria sido motivado por ciúmes.
A vítima, identificada como Flávia Barros, de 38 anos, foi sepultada na cidade de Canindé de São Francisco, em Sergipe.
Segundo a corporação, as investigações tiveram início ainda em 2025 e envolvem cinco inquéritos diferentes, relacionados a seis vítimas
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