Advogados alegam que o ex-presidente enfrenta doenças crônicas e sequelas permanentes. Decisão cabe ao relator, ministro Alexandre de Moraes, do STF.
A medida foi fixada por 90 dias, contados a partir da alta hospitalar, registrada em 27 de março. O ex-presidente permanece desde então em uma casa em Brasília.
O pedido de revogação da domiciliar é o segundo registrado por Lindbergh Farias (PT-RJ), vice-líder do governo Lula no Congresso Nacional.
O ministro do STF atendeu ao pedido de autorização feito pelo delegado Thiago Boing, responsável pela investigação.
De acordo a defesa, o ex-presidente da República solicitou reparos no item ao sargento Estácio Filho.
Para Gonet, a defesa não apresentou fato novo, prova falsa ou ilegalidade manifesta capaz de justificar a reabertura da condenação.
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