Moraes havia solicitado que os dois casos fossem levados conjuntamente ao plenário, sob o argumento de que a análise separada poderia gerar decisões contraditórias e tumulto processual.
Ministro do Supremo atendeu parcialmente a pedido da PGR e também determinou a abertura de outros 21 procedimentos por iniciativa própria.
Diretor-geral da Polícia Federal afirmou ao STF que relatórios de inteligência não configuram monitoramento pessoal ou investigação criminal.
Mais cedo, Moraes encaminhou ofício ao presidente do Supremo em que requeria que fossem tornados públicos, "sem exceção", todos os procedimentos contidos ou relacionados ao inquérito.
O ministro autorizou a criação de um procedimento investigatório separado, vinculado ao Inquérito 5026, para apurar a hipótese de crimes relacionados ao financiamento do filme.
A presidência do Supremo marcou para a terça-feira, 15, o julgamento em plenário que vai decidir se as mensagens trocadas entre o ministro Alexandre de Moraes e Vorcaro serão alvo de investigação ou se o caso será arquivado.
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