Hope Schiefer percebeu a alteração na adolescência e recebeu diagnóstico de hemangioma; aos 32 anos, relata tratamentos e riscos de uma nova cirurgia.
15 de setembro de 2026 às 16:21 - Atualizado às 20:28
Segundo ela, a protuberância avançou em direção ao pescoço nos últimos anos. Foto: Reprodução/Redes sociais
Um caroço no rosto que parecia uma espinha levou a norte-americana Hope Schiefer a descobrir um tumor vascular. Ela percebeu a alteração aos 13 anos e tentou espremê-la, sem resultado. Hoje, aos 32, relata que a lesão continuou crescendo ao longo de 19 anos.
Moradora de College Station, no Texas, Hope recebeu o diagnóstico de hemangioma após procurar atendimento e ser encaminhada a um cirurgião vascular. Esse tipo de tumor é formado por vasos sanguíneos e é benigno, ou seja, não é câncer.
Segundo ela, a protuberância avançou em direção ao pescoço nos últimos anos. Hope também descreve uma pulsação na região, que pode ser percebida visualmente em determinados momentos.
Ao longo do acompanhamento, Hope passou por exames de imagem e duas intervenções destinadas a reduzir o fluxo de sangue para a lesão. Apesar dos procedimentos, ela relata que o volume continuou aumentando.
Uma nova operação, porém, envolve riscos. Segundo a paciente, os médicos explicaram que a ligação da lesão com um vaso importante da face poderia causar complicações graves durante uma tentativa de retirada.
Além do desconforto físico, Hope enfrentou comentários ofensivos sobre sua aparência. Ela decidiu chamar a protuberância de Betty como parte de uma mudança na maneira de lidar com o próprio corpo.
Mãe de um menino, afirma que permanecer presente na vida do filho pesa em sua decisão de não realizar outra cirurgia. A preocupação com os riscos do procedimento se sobrepõe ao desejo de modificar a aparência.
Os hemangiomas se desenvolvem quando vasos sanguíneos crescem e se agrupam de maneira anormal. Eles podem estar presentes desde o nascimento ou aparecer em outras fases da vida.
Embora sejam benignos, sua localização e seu tamanho podem exigir acompanhamento e tratamento para evitar complicações. A avaliação considera as características de cada lesão e os efeitos sobre as estruturas próximas.
O relato de Hope não demonstra que espremer o caroço tenha causado o tumor. Ela já havia percebido a alteração antes da tentativa, e o diagnóstico foi feito posteriormente, durante a investigação médica.
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