Professores do Recife avaliam retorno de greve após rejeição de proposta da gestão João Campos. Foto: Reprodução
Professoras e professores da rede municipal do Recife se reuniram na tarde desta quarta-feira, 21 de maio, a partir das 14h, no Clube Português, área central do Recife, para deliberar sobre os próximos passos da mobilização, com avaliação de retorno à greve.
A categoria segue em assembleia permanente desde a segunda-feira (19), após a rejeição unânime da proposta de reajuste salarial apresentada pela Prefeitura.
A proposta mais recente da gestão João Campos, feita na tarde da terça-feira (20), prevê um reajuste escalonado de 3%, sendo 1,5% retroativo a janeiro, 1% a partir de maio e 0,5% em outubro. Além disso, a gestão propôs um abono de 3,27%, referente ao período de janeiro a dezembro de 2025, a ser pago em parcela única, sem data definida.
O valor, no entanto, não será incorporado à carreira, o que impede que alcance aposentadas e aposentados, além de não impactar a valorização profissional das professoras e professores da ativa.
A principal reivindicação da categoria é o pagamento do Piso Salarial Nacional do Magistério com repercussão na carreira, conforme prevê a legislação. A proposta apresentada pela Prefeitura sequer recompõe a inflação acumulada de 2024, e evidencia o descompromisso da gestão municipal com a valorização da educação pública.
O SIMPERE reforça o chamado à categoria para manter a mobilização e participar da assembleia desta quarta-feira. Só a luta coletiva pode garantir que a Prefeitura respeite os direitos do magistério e atenda às reivindicações de quem faz a educação acontecer nas escolas do Recife.
Os profissionais de educação física do Recife, vinculados ao Sistema Único de Saúde (SUS), estão travando uma luta contra a Prefeitura do Recife para conseguirem o reajuste salarial de 18,5%. A categoria destaca que, caso não consiga avançar nas negociações, pode decretar greve pela primeira vez.
Atualmente, um profissional da área - em início de carreira -, que atua no Programa Academia da Cidade (PAC), ganha pouco mais de R$ 3.500, sem gratificações e sem ticket alimentação.
“A nossa expectativa é que haja um movimento da prefeitura de ceder e nos receber para uma nova rodada de negociação, onde a gente consiga se aproximar o máximo possível da nossa pauta”.
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