Gestão João Campos mantém mais de 2 mil temporários na educação, mesmo com concursos vigentes. Foto: Divulgação
A Prefeitura do Recife ainda mantém mais de 2 mil contratos temporários na educação, mesmo após a realização de concursos públicos que poderiam suprir essa necessidade. As informações são do Jaula Cursos.
Contudo, a demora nas convocações tem gerado insatisfação entre candidatos aprovados e chamado a atenção do Ministério Público de Pernambuco (MPPE), que passou a acompanhar o caso de perto.
O concurso para professores, realizado em 2023 pelo Cebraspe, e o certame para Auxiliar de Desenvolvimento Infantil (ADI), organizado pelo Instituto AOCP, disponibilizaram vagas imediatas e cadastro de reserva.
No entanto, as nomeações acontecem de forma lenta, enquanto o município segue contratando temporários para suprir a demanda nas escolas e creches da cidade.
De acordo com o Jaula Cursos, atualmente, o Recife tem 1.093 contratos para Professor 145H, 245 para Professor II e mais de 600 para o cargo de ADI. Além disso, há 524 contratos temporários para a função de Apoio Administrativo à Educação Especial (AADEE). Tudo isso mesmo após a realização de um concurso que ofertou 400 vagas, atendendo a um pedido do MPPE.
Os candidatos aprovados têm se mobilizado nas redes sociais para cobrar agilidade na convocação. Muitos deles destacam o alto nível de exigência dos certames, que incluíram provas práticas e longos períodos de preparação.
Além do atraso nas nomeações, a Prefeitura do Recife enfrenta críticas por problemas relacionados ao pagamento de funcionários terceirizados que atuam em creches conveniadas.
A situação levanta questionamentos sobre a delegação de atividades essenciais da educação para empresas terceirizadas. Esse tema já foi analisado pelo Tribunal de Contas do Estado (TCE) em processos envolvendo outras gestões municipais, como a de Petrolina.
Diante do impasse, o MPPE instaurou o Procedimento Administrativo nº 01891.002.413/2024 para monitorar o cumprimento das convocações.
O órgão quer garantir que a administração municipal cumpra as nomeações previstas nos concursos. Sendo assim, reduzindo a dependência de contratos temporários e assegurando maior estabilidade ao quadro de servidores da educação.
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De acordo com a PMPE, a prisão ocorreu na BR-101, na altura do quilômetro 74. A abordagem foi realizada por policiais do 11º Batalhão da Polícia Militar.
No documento, o bloco afirmou que já ingressou com um Mandato de Segurança na Justiça para assegurar o direito de instaurar a comissão.
Segundo relatos das vítimas, o problema teve início quando o elevador parou no 9º andar. Ao tentar subir para o 11º, o equipamento teria perdido força.
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