Prefeito do Recife, João Campos, Foto: Beto Dantas/Portal de Prefeitura
A Câmara de Vereadores de Olinda aprovou, no início da tarde desta terça-feira, 8 de abril, o Título de Cidadão Olindense para o prefeito do Recife, João Campos (PSB). A homenagem foi proposta por um grupo de 14 parlamentares da Casa Bernardo Vieira de Melo, algo considerado inédito na cidade. (Veja como vereadores votaram abaixo)
O projeto que homenageia o prefeito recifense foi aprovado, por unanimidade, no mesmo dia que a Câmara aprovou o Título de Cidadão Olindense ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), com a maioria dos votos. Manifestantes se reuniram na Casa Legislativa para tentar barrar a aprovação em favor do líder da direita brasileira, mas o protesto não surtiu o efeito esperado.
Movimentação política
Embora o título de cidadão seja uma honraria simbólica, a movimentação em prol de João Campos tem gerado repercussão nos bastidores da política. O gesto é visto por analistas como uma sinalização de apoio político ao nome do socialista, especialmente vinda de uma cidade historicamente administrada por forças de esquerda e com laços históricos com o Partido Socialista Brasileiro (PSB).
Votaram a favor do texto os vereadores:
– Alessandro Sarmento (PL);
– Milcon Rangel (MDB);
– Mizael Prestanista (PSD);
– Jadilson Bombeiro (PL);
– Iran Barbosa (DC);
– Simplício (PV);
– Professor Marcelo (PSD);
– Márcio Barbosa (Avante);
– Sardinha (Agir);
– Eugênia Lima (PT)
– Ricardo Sousa (Avante);
– Saulo Holanda (MDB).
Os veradores Felipe Nascimento (PSD), Jesuíno Araújo (PSD) e a vereadora Denise Almeida (PSD) não estavam presentes no momento da votação.
A Câmara de Vereadores de Olinda aprovou, nesta terça-feira, 8 de abril, a concessão do título de cidadão olindense para o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A homenagem, proposta pelo vereador Alessandro Sarmento (PL), foi aprovada - em meio a protestos -, por 14 votos a favor e apenas um contrário.
Alguns grupos sociais, mobilizados pela vereadora Eugênia Lima (PT), realizaram um protesto dentro e fora da Câmara, na tentativa de impedir a concessão do título. No entanto, o grupo não conseguiu sucesso e agora o líder da direita brasileira deve receber a honraria em Olinda.
O decreto legislativo que propôs o título de cidadão olindense para Jair Bolsonaro se resume a três linhas. Alessandro Sarmento, responsável pela proposta - agora aprovada -, não apresentou os trabalhos prestados pelo ex-presidente da República à cidade ou qualquer outra justificativa para a concessão do título.
Votaram a favor do texto os vereadores:
– Alessandro Sarmento (PL);
– Denise Almeida (PSD);
– Felipe Nascimento (PSD);
– Milcon Rangel (MDB);
– Mizael Prestanista (PSD);
– Jadilson Bombeiro (PL);
– Jesuíno Araújo (PSD);
– Iran Barbosa (DC);
– Simplício (PV);
– Professor Marcelo (PSD);
– Márcio Barbosa (Avante);
– Sardinha (Agir);
– Ricardo Sousa (Avante);
– Saulo Holanda (MDB).
Os vereadores Vladimir Labanca (PV) e Biai (Avante) não estavam presentes na votação. A vereadora Eugênia Lima foi a única que votou contra a honraria.
Um bate-boca entre o presidente da Câmara, Saulo Holanda (MDB) e a vereadora petista foi registrado. O emedebista impediu que Eugênia justificasse o seu voto e foi chamado de fascista pelos manifestantes.
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Tanto o autor como a vítima fatal, segundo informações à PCPE, possuíam um histórico profissional marcado por desentendimentos.
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