Protesto dos professores no Cabo de Santo Agostinho Fotos: Portal de Prefeitura
Os professores do Cabo de Santo Agostinho realizaram um protesto na manhã desta quarta-feira, 23 de abril. Durante a manifestação, os profissionais fecharam a BR-101.
A paralisação nacional da educação cobra mais investimentos na educação pública e melhores condições de trabalho. No Cabo, a categoria também denuncia uma defasagem salarial de mais de 40% .
O Sindicato dos Professores (SINPC) e a categoria aprovaram a pauta de reivindicações no dia 18 de fevereiro, em assembleia geral extraordinária, que aborda bandeiras pedagógicas — em defesa da educação — e econômicas, de valorização profissional.
Segundo a categoria, após meses de pressão, a prefeitura se comprometeu a iniciar os diálogos, mas ainda não apresentou nenhuma proposta concreta de valorização profissional e nem tampouco um cronograma de discussão das demais pautas de interesse da categoria.
Diante do entrave nas negociações, os professores prometem endurecer as manifestações até ser atendida e garantir seus direitos.
“Nós, professores do Cabo de Santo Agostinho, estamos há três anos sem reajuste. A nossa categoria enfrenta uma difícil realidade nas escolas diariamente, além de uma defasagem salarial de mais de 40%. Por isso, a categoria aprovou, em assembleia, aderir à paralisação nacional da educação e realizar o ato na cidade”, afirmou o presidente do SINPC, Rodrigo Dantas.
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A análise é feita a partir de amostras coletadas e leva em conta a presença de coliformes na água um indicativo de contaminação, geralmente ligada a esgoto ou poluição.
O levantamento aponta volumes significativos de precipitação em diversas cidades, principalmente na Região Metropolitana do Recife e na Zona da Mata.
O espaço, que atende 157 alunos, funciona há cerca de quatro anos em uma casa adaptada considerada inadequada para atividades escolares.
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