Vereador Tancredo dos Santos revela donos da fazenda Foto: Reprodução / Instagram
O vereador Tancredo dos Santos (PL-CE) junto ao deputado federal André Fernandes (PL-CE), afirmou que já são conhecidos os proprietários da fazenda onde a plantação de 290 mil pés de maconha foi localizada, em Acopiara no interior do Ceará.
Os parlamentares alegaram que eles teriam recebido apoio político de integrantes do PT nas últimas eleições, citando o presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o ministro Camilo Santana, o governador Elmano de Freitas, o prefeito Evandro Leitão e a vice-governadora Jade Romero.
Em vídeo, o vereador Tancredo dos Santos, afirmou no entanto, que ainda permanecem sem respostas questionamentos sobre quem seria o responsável pelo cultivo da droga, pela colheita e pela suposta interrupção da operação da Polícia Civil no local, que, segundo ele, deveria ter destruído integralmente a plantação, apreendido todo o entorpecente e preservado a propriedade como local de crime.
Veja:
Imagens e informações obtidas após a ação indicariam que parte da plantação permaneceu na área sem o devido isolamento, o que, na avaliação do vereador, poderia comprometer a preservação do local e a continuidade das investigações. Ele também questiona o fato de nenhum suspeito ter sido preso durante a operação, apesar da dimensão da lavoura encontrada.
O caso também motivou críticas direcionadas ao governador do Ceará, Elmano de Freitas (PT). André Fernandes e Tancredo dos Santos cobrou um posicionamento público do chefe do Executivo estadual e defendeu que o governo apresente explicações sobre a atuação das forças de segurança envolvidas na ocorrência. Para os parlamentares, a população tem o direito de saber como a operação foi conduzida e quais providências serão tomadas diante das dúvidas levantadas.
A discussão também envolve o que prevê a Lei de Drogas. O artigo 32 da legislação determina que as plantações ilícitas destinadas à preparação de drogas devem ser imediatamente destruídas pelas autoridades competentes, com a preservação apenas da quantidade necessária para a produção de provas periciais. O que não aconteceu, em imagens captadas pelo parlamentar em fiscalização no local, apenas ''20% foram destruídos'', diz o deputado em vídeo.
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Prefeitura e defesa apresentam versões diferentes sobre o atendimento às vítimas, enquanto o caso segue sob investigação e acompanhamento da rede de proteção.
Segundo a Polícia Militar, as pessoas envolvidas teriam utilizado redes sociais para combinar encontros com o objetivo de promover brigas e confrontos em via pública.
O episódio que levou à investigação aconteceu em 5 de julho. Segundo a Polícia Civil, a criança teria sido agredida pelo pai após não dar "bom dia".
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