O cumprimento das medidas ocorreu após trabalho integrado dos órgãos que compõem as forças-tarefa em Pernambuco e na Paraíba.
24 de setembro de 2026 às 14:25 - Atualizado às 14:41
Viaturas da Polícia Federal. Foto: Divulgação/Polícia Federal
Um homem investigado por ameaçar um magistrado do Poder Judiciário de Pernambuco foi preso preventivamente nesta quinta-feira, 24 de setembro, durante a Operação Vigília. A ação reuniu as Forças Integradas de Combate ao Crime Organizado de Pernambuco (Ficco/PE) e da Paraíba (Ficco/PB).
As equipes também cumpriram ordens de busca e apreensão relacionadas à investigação. Após a prisão, o suspeito foi encaminhado ao sistema prisional, onde permanece à disposição da Justiça.
A apuração aponta que o magistrado recebeu ameaças por meio de ligações telefônicas e mensagens de correio eletrônico. O conteúdo dessas comunicações não foi divulgado pelas autoridades.
Durante as buscas, os policiais apreenderam um aparelho celular apontado pela investigação como o equipamento utilizado nas ligações. O telefone será submetido a exame pericial para auxiliar no esclarecimento dos fatos.
A apreensão integra as diligências da operação. Até o momento, não foram apresentados resultados da análise do aparelho nem detalhes sobre a motivação das ameaças investigadas.
A identidade do suspeito não foi divulgada. Também permanecem preservados o nome do magistrado, os dados do processo e o juízo responsável pela expedição das ordens judiciais.
O sigilo restringe a divulgação de informações sobre as circunstâncias do caso. As autoridades não informaram o endereço em que os mandados foram cumpridos nem detalharam eventual relação entre o investigado e a vítima.
A medida cumprida foi uma prisão preventiva. O homem permanece na condição de investigado, e a operação não representa uma condenação pelos fatos apurados.
A atuação conjunta envolveu estruturas de segurança de Pernambuco e da Paraíba. Em Pernambuco, a Ficco é composta pelas polícias Federal, Civil, Militar e Penal, além da Secretaria de Defesa Social e da Secretaria Nacional de Políticas Penais.
Esses órgãos integram a força responsável pela operação no estado. O comunicado da Polícia Federal confirmou a prisão e a apreensão do telefone, mas não apresentou previsão para a conclusão da perícia ou para a divulgação de novos detalhes da investigação.
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Durante a abordagem, os policiais realizaram uma consulta e identificaram que as placas utilizadas no automóvel eram clonadas.
Ação ocorreu na Macaxeira, na Zona Norte, após denúncia sobre motocicletas sem placas; peças e veículos foram apreendidos.
A principal razão das desavenças seria o fato de o animal do rapaz fazer necessidades fisiológicas em frente à residência do vizinho.
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