As investigações, que contaram com o apoio da Receita Federal e dos Correios, constataram que as declarações de importação informavam que a remessa postal continha objetos de pequeno valor.
23 de setembro de 2026 às 12:12 - Atualizado às 12:18
Polícia Federal deflagra Operação Tegmen contra esquema de entrada ilegal de eletrônicos no Brasil. Foto: Divulgação/PF
A Polícia Federal (PF) faz operação, nesta quarta-feira, 23 de setembro, contra a entrada ilegal de produtos eletrônicos no país. De acordo com a PF, o esquema fazia declarações falsas de suas remessas postais à Receita Federal, com o objetivo de não pagar o valor devido de importação dos itens.
A operação Tegmen cumpre quatro mandados de busca e apreensão em endereços residenciais e estabelecimentos comerciais nos bairros da Barra da Tijuca e do Recreio dos Bandeirantes, na zona sudoeste do Rio de Janeiro.
As investigações, que contaram com o apoio da Receita Federal e dos Correios, constataram que as declarações de importação informavam que a remessa postal continha objetos de pequeno valor. No entanto, os bens transportados eram eletrônicos de valor significativamente superior ao informado.
A ação de hoje visa coletar provas relacionados à origem, aquisição, remessa, recebimento e comercialização das mercadorias. O material apreendido pode ajudar também a identificar outros possíveis envolvidos e a calcular os valores tributários que deixaram de ser pagos pelo esquema.
Os investigados poderão responder pelo crime de descaminho, que é a importação ou exportação de bens não declarados ou declarados de forma errada, para evitar o pagamento de tributos. A pena pode chegar a quatro anos de reclusão.
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Os dois homens que estavam no veículo foram encaminhados à Central de Plantões da Capital.
De acordo com os dados divulgados, o excesso de velocidade foi a infração mais identificada durante a operação, com 885 imagens registradas por radares.
Ação ocorreu em cinco cidades de três estados e apreendeu drogas e arma; investigação apura tráfico, comércio ilegal de armas e lavagem de dinheiro.
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