Polícia frustra ataques com bombas na Paulista e na Alerj. Foto: Divulgação/Polícia Civil
Duas operações simultâneas das polícias civis de São Paulo e do Rio de Janeiro impediram ataques que estavam planejados para ocorrer nesta segunda-feira (2) durante manifestações nas duas capitais.
As ações resultaram na prisão de 15 pessoas e mostraram a importância do monitoramento das redes sociais para identificar ameaças em tempo hábil.
No Rio de Janeiro, agentes cumpriram mandados na zona oeste da capital, onde uma mulher suspeita de integrar o grupo foi detida.
Uma empresa de serviços de internet também foi alvo de averiguação, e um homem usando uniforme da companhia foi levado à delegacia.
Durante a operação, a polícia apreendeu cartazes, computadores, celulares, além de um revólver e um soco inglês. No total, três pessoas foram presas no estado.
Segundo o delegado Luiz Lima, responsável pelas investigações, o grupo não tinha ligação com partidos políticos e buscava apenas provocar pânico.
“Eles criaram um grupo para discutir manifestações não pacíficas, com uso de atos de violência, e pretendiam inclusive usar coquetéis molotov e bombas de fabricação caseira”, explicou.
Os suspeitos também divulgavam manuais na internet ensinando a fabricar os artefatos, e um dos ataques planejados seria na Assembleia Legislativa do Rio.
Em São Paulo, a Polícia Civil impediu um ataque que ocorreria na Avenida Paulista. Foram detidas 12 pessoas. De acordo com o secretário da Segurança Pública, Osvaldo Nico Gonçalves, um dos grupos organizadores contava com cerca de 8 mil participantes.
“Não tinha pauta nenhuma, mas eles queriam tumultuar”, afirmou.
As operações destacam a importância do monitoramento digital e do trabalho integrado entre as polícias para evitar crimes antes que ocorram, garantindo a segurança da população durante eventos de grande concentração.
A investigação segue aberta, e as autoridades reforçam a necessidade de denúncia e colaboração da sociedade para coibir atos de violência planejados em manifestações.
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Thales Machado era genro do gestor municipal, Dione Araújo (UB), e escreveu, na noite da quarta-feira (11), uma carta aberta nas redes sociais.
As vendas de produtos eletrônicos eram feitas pela plataforma principal, mas os pagamentos eram redirecionados para empresas de fachada.
Juliana, de 27 anos, começou a passar mal rapidamente, com problemas respiratórios. Ela foi levada ao hospital, mas sofreu uma parada cardíaca e morreu.
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