Polícia Federal. Foto: Divulgação
O Núcleo de Cooperação Internacional-NCI da Polícia Federal em Pernambuco, Interpol brasileira em parceira com a Polícia federal da Argentina, 20ª Delegacia Seccional da Polícia Civil, Vara Criminal de Afogados da Ingazeira, promoveram no dia 17/09/2024, a prisão de um ex-bancário, 44 anos, casado, natural de São José do Egito, Pernambuco e residente em Afogados da Ingazeira.
O foragido da justiça brasileira estava com o seu nome incluído na difusão vermelha da Interpol, desde o dia 8 de agosto de 2024 em virtude de ter cometido o crime de estupro de vulnerável, em virtude de ter abusado da própria sobrinha de 8 anos de idade por 3 anos consecutivos dentro de sua própria residência. Ele foi preso na cidade de Buenos Aires no bairro de San Telmo-Argentina por policiais argentinos e pagava aluguel de 500 dólares, que é muito alto para a realidade local.
A prisão foi possível devido a repasses de informações do O Núcleo de Cooperação Internacional - NCI/PE e Interpol brasileira à policiais federais argentinos que após levantamentos no bairro de San Telmo-Argentina, conseguiram lograr êxito na sua localização e consequente prisão. Agora estão sendo feitas as tratativas entre os governos brasileiros e argentinos para realização de sua respectiva extradição ativa (quando policiais federais brasileiros irão se deslocar até a argentina trazendo-o de volta para o Brasil, a fim de que possa cumprir pena em virtude de seus crimes hediondos).
O preso foi condenado a 29 anos e 2 meses de prisão por estupro de vulnerável, prática do crime previsto (Art. 217-A, Art. 226, II, na forma do art. 71, todos do Código Penal), todos ocorridos em Pernambuco. O trabalho incansável desses policiais de elite se estende à noite e nos fins de semana tudo na busca incessante de se fazer justiça na realização da prisão de foragidos que estavam soltos há muitos anos vivendo sob a impunidade.
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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