Abuso Sexual Infantil. Foto: Ilustrativa
Um homem foi preso em flagrante suspeito de estuprar a filha de 15 anos, em Araranguá, no Sul de Santa Catarina, no último domingo, 24 de agosto.
De acordo com a Polícia Militar, o crime foi descoberto após a mãe da adolescente, desconfiada do comportamento do marido, deixar um celular gravando o áudio ambiente antes de sair de casa.
O aparelho registrou o abuso, que haviam sido relatados pela própria vítima à mãe. Sempre que confrontado, no entanto, o homem negava as acusações e afirmava que a filha “estava mentindo”.
"Na noite de sábado, ele mandou a esposa e o outro filho do casal sair de casa e ir ao shopping, e ele ficaria em casa com a filha para conversar sobre o que ela havia dito para a mãe. Como a mãe não sabia em quem acreditar, ela e o filho deixaram um celular gravando áudio no quarto da vítima, e esse celular acabou flagrando o estupro", disse o delegado do caso.
Na manhã seguinte, o filho do casal ouviu o áudio e alertou a mãe, que acionou a Polícia Militar. O suspeito foi conduzido à Central de Plantão Policial e autuado em flagrante por estupro qualificado..
Segundo o delegado Adriel Alves, o homem permaneceu em silêncio durante o interrogatório. A adolescente recebeu atendimento médico em um hospital da região.
Um padre foi condenado a 26 anos e oito meses de prisão por estuprar ao menos dez vezes um coroinha em Penápolis (SP). De acordo com a sentença, os crimes ocorreram entre 2009 e 2014, período em que a vítima tinha entre 13 e 18 anos. Apesar da condenação, ele poderá recorrer em liberdade.
O caso foi julgado pelo juiz Vinicius Gonçalves Porto, que proferiu a decisão na última sexta-feira, 22 de agosto. O religioso foi identificado como padre Antônio de Souza Carvalho, que negou as acusações durante o processo e alegou que os atos eram apenas demonstrações de “carinho”.
Segundo os autos, os abusos tiveram início após a mudança da vítima da zona rural para a área urbana de Penápolis. A família passou a frequentar a Paróquia Sagrada Família, no bairro Eldorado, onde o adolescente se tornou coroinha.
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A investigação aponta que o grupo utilizava empresas, apostas e rifas digitais para misturar recursos lícitos e ilícitos e adquirir bens de luxo.
Ambos foram condenados por homicídio qualificado cometido por motivo torpe, meio cruel, com impossibilidade de defesa da vítima e utilização de arma de uso restrito.
A operação também resultou na apreensão de diversas cédulas internacionais, como dólar, florim húngaro e dirham dos Emirados Árabes Unidos e barras de prata.
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