Os automóveis furtados eram encaminhados para comunidades, onde eram clonados.
09 de janeiro de 2026 às 11:40 - Atualizado às 11:42
Carros Apreendidos pela Policia Federal. Foto: PF/Divulgação
A Justiça do Rio concedeu, a pedido do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), nesta quinta-feira, 8 de janeiro, durante audiência de custódia, a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva de dois homens que tentavam furtar um carro de luxo na Barra da Tijuca, zona sudoeste do Rio, na última terça-feira, 6 de janeiro. Presos por policiais da delegacia da Gávea, eles são apontados como integrantes de uma quadrilha que furta carros de luxo para revendê-los a traficantes da comunidade Nova Holanda, no Complexo da Maré, na zona norte..
Durante a audiência de custódia, o MPRJ requereu a prisão preventiva de Fagner Yúri de Jesus Siqueira e de Matheus Ferreira Vasconcelos, com base na gravidade do delito cometido e no risco concreto de que os presos voltassem a cometer crimes de furto de automóveis caso respondessem ao processo em liberdade. A Justiça decidiu pela prisão preventiva da dupla, em face da extensa ficha criminal dos ladrões de carros.
De acordo com as investigações da Polícia Civil, Fagner e Matheus integram um grupo criminoso que monitora carros de luxo. Os furtos são executados com o uso de dispositivos eletrônicos de alta tecnologia, como decodificadores e emuladores de chave, que permitem a abertura dos automóveis em curto espaço de tempo.
Os automóveis furtados eram encaminhados para comunidades, onde eram clonados. Posteriormente, os veículos eram destinados ao Paraguai, utilizados como moeda de troca por armas e entorpecentes ou desmontados para alimentar o mercado paralelo de peças.
De acordo com os agentes, a própria facção criminosa realiza o treinamento dos bandidos, oferecendo “cursos” de abertura e acionamento dos veículos, bem como aluguel de decodificadores de chave.
Agência Brasil
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A Guarda Municipal, por meio da equipe da Guarda Ambiental, foi acionada para uma ocorrência de maus-tratos a animal, que não resistiu aos ferimentos e morreu.
A criança estava internada em estado gravíssimo na UTI do Hospital Estadual de Itumbiara desde a noite de quarta-feira (11), quando foi atingida pelos disparos.
Segundo investigações, o homem usava sua posição como líder para acessar seus alvos, e, a partir disso, explorava a confiança depositada nele pelas famílias das vítimas.
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