A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife.
11 de agosto de 2026 às 10:11 - Atualizado às 10:30
Agentes da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE). Foto: Polícia Federal
Um homem procurado pela Justiça foi preso na segunda-feira, 10 de agosto, durante uma ação da Força Integrada de Combate ao Crime Organizado em Pernambuco (FICCO/PE), com apoio da unidade da FICCO de Petrolina.
O investigado responde a processo criminal relacionado à Operação Pertinaz, deflagrada em maio de 2024 para atingir uma organização criminosa armada com atuação em diferentes municípios de Pernambuco e de outro estado.
Segundo as informações divulgadas pela força integrada, o homem é investigado pelos crimes de organização criminosa, tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.
A prisão foi realizada em cumprimento a um mandado expedido pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Camaragibe, na Região Metropolitana do Recife.
Após a captura, o investigado foi encaminhado para uma unidade prisional, onde permanece à disposição da Justiça para cumprimento da medida determinada judicialmente.
A Operação Pertinaz foi lançada em maio de 2024 com o objetivo de desarticular uma organização criminosa armada que, segundo as investigações, mantinha ramificações em 14 municípios distribuídos entre dois estados.
O grupo é apontado como envolvido com tráfico de entorpecentes, comércio ilegal de armas de fogo e lavagem de dinheiro, além de outros crimes investigados pelas forças de segurança.
As ações desenvolvidas desde a deflagração da operação incluem o cumprimento de medidas judiciais e a localização de investigados que permaneceram foragidos.
A prisão realizada na segunda integra justamente essa etapa de continuidade das investigações e do cumprimento das ordens expedidas pela Justiça.
A FICCO/PE reúne diferentes órgãos de segurança pública em ações voltadas ao enfrentamento de organizações criminosas.
A estrutura em Pernambuco conta com participação da Polícia Federal, Polícia Civil, Polícia Militar, Polícia Penal e da Secretaria Nacional de Políticas Penais.
A proposta é integrar inteligência, investigação e ações operacionais em casos que envolvam grupos com atuação estruturada, especialmente quando há ramificações em diferentes cidades ou estados. O nome do preso não foi divulgado pelas autoridades.
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