Petrolina foi o município pernambucano que mais gerou postos em fevereiro: 1,9 mil. A cidade tem atualmente um estoque formal de 87 mil vínculos.
01 de abril de 2026 às 14:39 - Atualizado às 14:45
Carteira de trabalho. Foto: Pixabay
Pernambuco gerou, em fevereiro deste ano, um total de 1.143 novos empregos formais com carteira assinada. Os dados são do Novo Caged e foram divulgados nesta última terça-feira, 31 de março, pelo Ministério do Trabalho e Emprego.
Dois dos cinco principais grupamentos de atividades econômicas apresentaram resultado positivo no segundo mês do ano no estado pernambucano. Os setores de Serviços (2,2 mil) e Construção (1,8 mil) foram os que mais geraram postos de trabalho formais. A Agropecuária (-696), o Comércio (-922) e a Indústria (-1.358) apresentaram resultado negativo.
Petrolina foi o município pernambucano que mais gerou postos em fevereiro: 1,9 mil. A cidade tem atualmente um estoque formal de 87 mil vínculos. Em seguida, os municípios que mais geraram vagas com carteira assinada no estado foram: Ipojuca (394), Belo Jardim (259), Caruaru (225) e Jaboatão dos Guararapes (192).
As novas vagas com carteira assinada geradas em fevereiro em Pernambuco foram ocupadas, em sua maioria, por pessoas do sexo feminino (1,6 mil). Pessoas com ensino médio completo foram as principais atendidas com as vagas em Pernambuco (1,6 mil). Jovens entre 18 e 24 anos são o grupo com maior saldo de vagas no estado: 2,5 mil.
O Brasil gerou 255.321 novos empregos com carteira assinada em fevereiro de 2026, resultado de 2.381.767 admissões e 2.126.446 desligamentos. No acumulado do ano, de janeiro a fevereiro de 2026, foram gerados 370.339 novos postos formais. Com isso, o estoque total de vínculos chegou a 48.837.602 trabalhadores, o que representa crescimento de 2,2%. No acumulado de 12 meses, de março de 2025 a fevereiro de 2026, o saldo é de 1.047.024 empregos formais.
Em fevereiro deste ano, 24 das 27 unidades da Federação tiveram saldos positivos. Os destaques foram São Paulo, com 95.896 postos, seguido por Rio Grande do Sul (24.392) e Minas Gerais (22.874). As unidades com saldo negativo foram Alagoas (-3.023), Rio Grande do Norte (-1.186) e Paraíba (-1.186).
O desempenho positivo foi observado nas cinco regiões do país. A região com maior número de novos empregos formais em fevereiro de 2026 foi a Sudeste, com saldo de 133 mil, seguida pela Sul, que registrou 67,7 mil, e a Centro-Oeste, com 32,3 mil vagas. A região Nordeste apresentou saldo positivo de 11,6 mil postos, enquanto na Norte foi de 10,6 mil.
Todos os cinco grandes setores da economia registraram saldo positivo no mês. O destaque foi o setor de Serviços, com 177.953 vagas. Em seguida aparecem os setores da Indústria (32.027), da Construção (31.099), da Agropecuária (8.123) e do Comércio (6.127).
No recorte populacional, o saldo foi positivo para mulheres (155.064) e homens (100.257). Jovens de até 24 anos concentraram 163.056 vagas, o equivalente a 63,9% do total gerado no mês. Por escolaridade, pessoas com ensino médio completo (162.295) lideraram a ocupação dos postos, seguidas por trabalhadores com nível superior (42.179). No recorte por raça, os maiores saldos foram registrados entre pardos (140.945), brancos (96.608) e pretos (28.979), além de indígenas (2.442) e amarelos (201). Brasileiros e naturalizados responderam por 244.817 vagas, enquanto estrangeiros tiveram saldo positivo de 10.504 postos.
O salário médio real de admissão em fevereiro de 2026 foi de R$ 2.346,97, com variação negativa de R$ 55,91 (-2,3%) em relação a janeiro. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve aumento de R$ 62,94 (+2,75%). Entre os trabalhadores considerados típicos, o salário médio foi de R$ 2.393,17, enquanto para os não típicos ficou em R$ 2.072,75.
1
3
16:32, 01 Abr
26
°c
Fonte: OpenWeather
Prefeitura do Recife registra forte atraso na entrega de fardamentos e kits escolares em 2026. Dados do TCE apontam que menos de 3% dos uniformes chegaram à rede.
A eleição ocorreu durante Plenária Extraordinária da autarquia, e o novo gestor cumprirá mandato de 30 meses, dando continuidade à gestão 2023 a 2028.
A prefeitura quer demolir as três casas para passar uma nova rua por ali e, finalmente, concluir as obras do canal do Parnamirim.
mais notícias
+