"A diferença evidencia uma prioridade questionável em um município que, infelizmente, carrega o título de cidade mais violenta de Pernambuco"diz Sargento Almeida
Vereador Sargento Almeida e o prefeito Lula Cabral. Fotos: Reprodução/ Redes Sociais e Roberto Soares/Divulgação
O vereador de oposição Sargento Almeida (PSD) denunciou nesta semana uma grave discrepância no Orçamento 2026 do Cabo de Santo Agostinho, no Grande Recife. Segundo ele, a Prefeitura, sob a gestão do prefeito Lula Cabral, destina quase R$ 6 milhões para a Secretaria de Comunicação, enquanto a Secretaria de Combate às Drogas receberá apenas R$ 1,248 milhão.
A diferença evidencia uma prioridade questionável em um município que, infelizmente, carrega o título de cidade mais violenta de Pernambuco. Para Sargento Almeida, os números mostram que a gestão está mais preocupada em investir na própria imagem do que em ações efetivas de prevenção e recuperação de jovens envolvidos com drogas.
“Enquanto famílias vivem trancadas com medo, e jovens são tragados pelo vício, a Prefeitura aposta em holofotes, câmeras e slogans. O dinheiro público precisa salvar vidas, não só criar propaganda”, afirmou o parlamentar.
A denúncia destaca que a verba milionária destinada à comunicação será utilizada para propaganda, publicidade e marketing institucional, enquanto o setor essencial de combate às drogas terá recursos limitados para lidar com um dos maiores desafios sociais da cidade.
Sargento Almeida alerta ainda para a necessidade de investimentos em educação, esporte e programas de prevenção e recuperação de dependentes químicos. Para ele, sem essas ações, a cidade continuará vivendo sob a sombra da violência, independentemente da quantidade de campanhas publicitárias.
A oposição cobra que o orçamento seja reavaliado, priorizando políticas públicas que realmente transformem a realidade das ruas e protejam a população.
O vereador do Cabo de Santo Agostinho, na Região Metropolitana do Recife, Sargento Almeida, publicou um vídeo nas redes sociais nesta quarta-feira, 5 de novembro onde denuncia que a maternidade Padre Geraldo está sem obstetras e sem médico, que está de licença, para realizar o ultrassom, impossibilitando partos, enquanto a gestão do prefeito Lula Cabral gasta milhões em shows na cidade.
O parlamentar mencionou a morte de uma jovem por falta de atendimento em outro hospital da cidade e alerta que a situação se repete na maternidade.
Sargento Almeida acusa a prefeitura de não valorizar os médicos, pagando mal, e pede que a população se mobilize para cobrar melhorias na saúde, denunciando a falta de profissionais e condições de trabalho.
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O comunicador estava hospitalizado desde a noite do último domingo, 22 de março, no Hospital dos Servidores, quando deu entrada na unidade sentindo dores intensas na região abdominal.
As comemorações tiveram início nas primeiras horas do dia, em frente à sede da Prefeitura, com o tradicional hasteamento das bandeiras da cidade, Pernambuco e Brasil.
"Com a promulgação desta lei, reafirmamos, o compromisso do nosso governo com a valorização dos profissionais da educação", disse Raquel Lyra.
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