Mirella Almeida, prefeita de Olinda Foto: Divulgação
A repercussão das falsas acusações contra a prefeita Mirella Almeida (PSD) promete ser um divisor de águas na política olindense. A prefeita convocou um robusto corpo jurídico para que as devidas medidas legais sejam tomadas.
A pena para crimes de difamação vai desde multa por danos morais, através de ação civil, até a um ano de detenção através de ação penal. A prefeita prestou queixa, nesta segunda-feira, 14 de abril, na Delegacia de Crimes Cibernéticos.
“Quem tentar mexer com a minha família, vai sofrer as consequências. Tenho um filho de apenas seis anos e um relacionamento bem-sucedido de 15 anos. Essas pessoas são prioridade para mim e não admito que tentem atingi-las”, declarou Mirella.
A disseminação de fake news também é crime. Dessa forma, as pessoas que compartilharam a publicação falsa também respondem legalmente, podendo chegar a penas iguais às dos autores da mentira.
De acordo com Mirella, esse tipo de ataque vem de pessoas ruins, sem escrúpulos e que não pensam nas consequências para uma criança de seis anos. Mirella ainda avisou.
“Eu vou até o fim. Os envolvidos serão responsabilizados. Sou uma mulher bem-sucedida profissionalmente e com um casamento bem-estruturado. Esse é o meu caso e o de tantas outras mulheres que merecem respeito”.
A prefeita também desconfia de motivação política. “A investigação precisa identificar se a indivídua agiu isoladamente ou foi uma ação orquestrada com motivações políticas para me difamar”, avaliou.
As falsas acusações que atingem a família da prefeita foram divulgadas, via WhatsApp, uma semana depois de divulgação de pesquisa mostrando 72% de aprovação da gestão de Mirella à frente da Prefeitura de Olinda.
Da redação do Portal com informações de assessoria.
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A iniciativa surge em um momento em que os estoques de sangue costumam diminuir, enquanto a demanda hospitalar continua elevada.
O estudo busca medir a percepção da população sobre a atuação das administrações municipais, com base em critérios definidos pela própria instituição responsável pela pesquisa.
Os índices elevados podem provocar aumento no nível de rios e canais, além de alagamentos em áreas mais vulneráveis.
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