O parlamentar solicitou a criação do credenciamento necessário para que o Brasil passe a exportar carne bovina ao mercado que atualmente não está aberto para esse tipo de produto.
Lula da Fonte em agenda na Coreia do Sul Foto divulgação
O deputado federal Lula da Fonte, em agenda diplomática na Coreia do Sul, cumpre compromissos voltados ao fortalecimento das relações comerciais bilaterais com o país asiático e à ampliação das oportunidades para o agronegócio brasileiro.
Durante reuniões com autoridades e representantes do setor produtivo, o parlamentar solicitou a criação do credenciamento necessário para que o Brasil passe a exportar carne bovina ao mercado sul-coreano, que atualmente não está aberto para esse tipo de produto brasileiro, o que limita a presença nacional em um mercado estratégico.
O pedido ocorre em um cenário positivo para o Brasil, já que cerca de 80% do frango consumido na Coreia do Sul tem origem brasileira, demonstrando a confiança na qualidade e na competitividade da produção nacional. Também é importante salientar a vocação brasileira para exportação de commodites para a Coreia do Sul.
Segundo o deputado, a abertura do mercado de carne bovina representa uma oportunidade concreta de ampliar as exportações, fortalecer o agronegócio e gerar impactos positivos para a economia do país.
Estamos abrindo caminhos para que o Brasil amplie sua presença em mercados estratégicos, gerando oportunidades, fortalecendo o agronegócio e posicionando o país com ainda mais competitividade no cenário internacional”, pontuou.
Leia Também
Veja Também
A agenda também incluiu tratativas sobre acordos bilaterais entre Brasil e Coreia do Sul, com foco na ampliação das parcerias comerciais e institucionais, reforçando o papel da diplomacia parlamentar na construção de novas oportunidades para o Brasil no cenário internacional.
2
3
4
03:52, 17 Out
26
°c
Fonte: OpenWeather
Dados da Condepe/Fidem mostram desempenho positivo da indústria e do comércio varejista em julho, além de crescimento em segmentos da produção agropecuária.
Entre as gestantes, os registros passaram de 4.692, em 2024, para 5.063, em 2025, crescimento de cerca de 7,9%.
Intervenção deve beneficiar 1,5 mil moradores de áreas de risco e inclui drenagem, pavimentação e urbanização, além de ações de monitoramento climático.
mais notícias
+