O parlamentar solicitou a criação do credenciamento necessário para que o Brasil passe a exportar carne bovina ao mercado que atualmente não está aberto para esse tipo de produto.
Lula da Fonte em agenda na Coreia do Sul Foto divulgação
O deputado federal Lula da Fonte, em agenda diplomática na Coreia do Sul, cumpre compromissos voltados ao fortalecimento das relações comerciais bilaterais com o país asiático e à ampliação das oportunidades para o agronegócio brasileiro.
Durante reuniões com autoridades e representantes do setor produtivo, o parlamentar solicitou a criação do credenciamento necessário para que o Brasil passe a exportar carne bovina ao mercado sul-coreano, que atualmente não está aberto para esse tipo de produto brasileiro, o que limita a presença nacional em um mercado estratégico.
O pedido ocorre em um cenário positivo para o Brasil, já que cerca de 80% do frango consumido na Coreia do Sul tem origem brasileira, demonstrando a confiança na qualidade e na competitividade da produção nacional. Também é importante salientar a vocação brasileira para exportação de commodites para a Coreia do Sul.
Segundo o deputado, a abertura do mercado de carne bovina representa uma oportunidade concreta de ampliar as exportações, fortalecer o agronegócio e gerar impactos positivos para a economia do país.
Estamos abrindo caminhos para que o Brasil amplie sua presença em mercados estratégicos, gerando oportunidades, fortalecendo o agronegócio e posicionando o país com ainda mais competitividade no cenário internacional”, pontuou.
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A agenda também incluiu tratativas sobre acordos bilaterais entre Brasil e Coreia do Sul, com foco na ampliação das parcerias comerciais e institucionais, reforçando o papel da diplomacia parlamentar na construção de novas oportunidades para o Brasil no cenário internacional.
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De acordo com a Apac, o cenário é provocado pela atuação da Zona de Convergência Intertropical, faixa de nuvens que se concentra em áreas próximas à Linha do Equador.
A Defesa Civil segue monitorando as áreas afetadas e reforça que, em situações de risco, a população deve acionar os canais oficiais.
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