Clarissa Tércio, Jair Bolsonaro e Júnior Tércio. Foto: Reprodução / Redes sociais
O deputado estadual Júnior Tércio (PP) se manifestou contra a possibilidade de prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). A reação veio após o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, determinar que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o pedido de prisão do ex-presidente.
Nas redes sociais, o deputado classificou a solicitação como um “golpe contra a democracia”.
“Joias? Não colou. Baleias? Fracasso total. Cartão de vacinas? Outra farsa desmontada. Agora, mais um absurdo: pedido de prisão preventiva!”, escreveu.
A deputada federal Clarissa Tércio (PL-PE) usou suas redes sociais para convocar mulheres a participarem de uma manifestação no próximo domingo, de abril, às 14h, na Avenida Paulista, em São Paulo. O ato, marcado com a hashtag #AnistiaJá, pede a libertação dos presos pelos atos de 8 de janeiro de 2023.
Na publicação, a parlamentar compartilhou uma imagem da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro segurando um batom, pedindo que as mulheres levem o item para o protesto.
O batom se tornou um símbolo de apoio a Débora Rodrigues dos Santos, presa em março de 2023 por pichar a estátua A Justiça, localizada em frente ao Supremo Tribunal Federal (STF), com a frase “Perdeu, mané”. No mês de março de 2025 Débora conseguiu sair da prisão fechada e passar para a domiciliar, após o ministro Alexandre de Moraes atender a um pedido da Procuradoria-Geral da união (PGR).
O ato na Avenida Paulista deve reunir apoiadores, com expectativa de participação de figuras ligadas à direita, em um novo capítulo da mobilização política contra as decisões do STF.
A deputada federal Clarissa Tércio (PP-PE) usou as redes sociais nesta quarta-feira, 26 de março, para questionar a velocidade com que o Supremo Tribunal Federal (STF) analisou o caso do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL).
A manifestação aconteceu após a Primeira Turma da Corte decidir, por unanimidade, tornar Bolsonaro réu pela suposta tentativa de golpe de Estado.
Os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino, Luiz Fux, Cármen Lúcia e Cristiano Zanin votaram a favor do recebimento da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República (PGR). Com essa decisão, o ex-presidente responderá a um processo criminal, tornando-se réu oficialmente.
Clarissa Tércio demonstrou indignação com o ritmo acelerado da tramitação do caso.
"Não me surpreende a velocidade com que corre o processo contra o presidente Bolsonaro por 'tentativa de golpe'", escreveu.
A parlamentar também compartilhou um conteúdo do jornal Folha de S.Paulo que destaca que o julgamento de Bolsonaro aconteceu 14 vezes mais rápido que o do mensalão, esquema de corrupção investigado no governo de Lula, que estourou em 2005, mas só foi julgado em 2012.
Clarissa questionou a diferença de tratamento entre os dois casos. "No mínimo, curioso, não?", afirmou. Para a deputada, a rapidez da decisão contra Bolsonaro levanta dúvidas sobre a isenção do Judiciário.
A denúncia contra Jair Bolsonaro foi apresentada com base em investigações da Polícia Federal. Os investigadores apontam que o ex-presidente teria participado de uma articulação para tentar deslegitimar o processo eleitoral e incentivar ações golpistas após o resultado das eleições de 2022.
Bolsonaro nega as acusações e se diz alvo de perseguição política. Seus aliados, como Clarissa Tércio, defendem que o STF tem tratado o ex-presidente com parcialidade e rapidez incomum.
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Vale destacar que a governadora Raquel Lyra confirmou que vai realizar um certame destinado a Segurança Pública neste ano.
Os eventos começam cedo e se estendem até a noite, com atividades gratuitas e pagas espalhadas pelos principais pontos das cidades.
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