Aposentado dirigindo Carro Foto: Reprodução/IA
O grupo de trabalho do governo federal responsável por debater a regulamentação do trabalho por aplicativos apresentou uma proposta que estabelece um piso mínimo de R$ 10 por corrida, válido tanto para o transporte de passageiros quanto para serviços de entrega. Além disso, o texto sugere um acréscimo de R$ 2,50 por quilômetro percorrido.
O documento, que será encaminhado nesta terça-feira (24/03), deve servir de base para o avanço do PLP 152/25 na Câmara dos Deputados, com relatoria do deputado Augusto Coutinho (Republicanos-PE). A coordenação do grupo ficou a cargo do ministro Guilherme Boulos.
De acordo com o relatório, a definição de um valor mínimo por viagem tem o objetivo de assegurar uma remuneração mais justa, levando em conta os custos operacionais enfrentados pelos trabalhadores. Já o adicional por quilômetro busca cobrir despesas variáveis, como combustível, manutenção do veículo e tempo gasto nos deslocamentos, além de proporcionar maior previsibilidade de renda.
Outro ponto destacado é a recomendação de pagamento integral em casos de entregas agrupadas, prática comum em plataformas como iFood, 99 e Keeta. A proposta pretende evitar perdas na remuneração nessas situações, garantindo que o pagamento seja proporcional ao esforço, ao tempo e aos custos envolvidos nas corridas.
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Dados da Condepe/Fidem mostram desempenho positivo da indústria e do comércio varejista em julho, além de crescimento em segmentos da produção agropecuária.
Entre as gestantes, os registros passaram de 4.692, em 2024, para 5.063, em 2025, crescimento de cerca de 7,9%.
Intervenção deve beneficiar 1,5 mil moradores de áreas de risco e inclui drenagem, pavimentação e urbanização, além de ações de monitoramento climático.
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