Foto: Rodolfo Kosta/Portal de Prefeitura
Os trabalhadores pernambucanos que precisaram sair cedo na manhã desta terça-feira, 26 de maio, enfrentaram diversos problemas causados pela chuva que desabou sobre o Grande Recife. Pontos de alagamento, trânsito lento e dificuldades no transporte público marcaram o início do dia, complicando a rotina de quem precisava chegar ao trabalho ou à escola logo nas primeiras horas da manhã.
Essa complicação no tráfego e na mobilidade urbana ocorre poucas horas após a Apac emitir um aviso meteorológico de estado de observação para parte do litoral. O alerta amarelo chama a atenção justamente para o risco de transtornos provocados por pancadas de chuva que começaram ainda na madrugada e que, segundo a previsão, devem continuar castigando a Região Metropolitana e a Zona da Mata ao longo de toda a terça-feira.
Apesar do impacto imediato no trânsito da capital e das cidades vizinhas, o balanço oficial das últimas 24 horas mostra que o acumulado de água foi ainda mais expressivo na Mata Sul do estado.
Tamandaré lidera a lista dos locais onde mais choveu, com 35,2 mm, seguida por Barreiros (28,9 mm), São José da Coroa Grande (27,6 mm), Rio Formoso (20,8 mm) e Sirinhaém (18,5 mm). Com o tempo instável e o solo encharcado, a orientação é que os moradores fiquem atentos aos comunicados da Defesa Civil.
Moradores de três regiões de Pernambuco devem redobrar a atenção com as condições do tempo nas próximas horas. A Agência Pernambucana de Águas e Clima (Apac) emitiu um aviso meteorológico informando que a previsão indica a ocorrência de chuvas com intensidade moderada a partir da madrugada e ao longo de toda a terça-feira, 26 de maio.
De acordo com os meteorologistas da agência estatal, o sistema meteorológico deve concentrar os maiores volumes de água nas seguintes localidades:
Região Metropolitana do Recife (RMR)
Zona da Mata Norte
Zona da Mata Sul
Diante do cenário de solo potencialmente já alagado e da continuidade das chuvas, o alerta é direcionado principalmente para quem reside em áreas vulneráveis, como morros, encostas e regiões historicamente sujeitas a alagamentos ou inundações.
A recomendação das autoridades é que a população fique atenta a sinais de movimentação de terra (como postes inclinados, rachaduras nas paredes ou estalos) e evite atravessar ruas inundadas.
Em caso de necessidade ou identificação de riscos estruturais, os moradores devem deixar os imóveis imediatamente e acionar os números de emergência da Defesa Civil de seus respectivos municípios.
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Fonte: OpenWeather
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