Com foco em acessibilidade e suporte a famílias atípicas, estádio virou modelo de impacto social e despertou interesse na maior entidade do futebol mundial.
Michele Collins com Presidente da FIFA Foto: Divulgação/Portal de Prefeitura/Instagram
O ano de 2025 marcou uma mudança de paradigma na trajetória da Arena de Pernambuco. Sob a batuta da Missionária Michelle Collins, o equipamento que em 2026 completa 13 anos de existência, deixou de ser visto meramente como uma praça esportiva de alto rendimento para se consolidar como a "Arena da Inclusão".
O balanço de encerramento do exercício de 2025 revela que a convergência entre rigor operacional e sensibilidade social transformou o estádio em um case de sucesso de gestão humanizada no Brasil.
Com uma conduta pautada pela transparência, Michelle Collins que acumula uma experiência de 12 anos na vida pública como vereadora do Recife e passagem pela Câmara Federal, implementou projetos que garantiram dignidade a grupos historicamente marginalizados nos grandes espetáculos, democratizando o acesso ao patrimônio público.
O principal marco da gestão foi o amadurecimento do Camarote da Inclusão. O espaço foi concebido para oferecer um ambiente de acolhimento seguro, dotado de isolamento acústico e recursos sensoriais específicos para pessoas com transtorno do espectro autista (TEA) e outras deficiências.
A iniciativa ganhou contornos internacionais ao atrair o olhar da FIFA. Ao final de 2025, o projeto foi apresentado ao alto escalão da federação internacional, sendo elogiado como uma referência de acessibilidade que deveria ser replicada globalmente. Durante o ano, a imagem de crianças atípicas entrando em campo ao lado de atletas em jogos com públicos de até 45 mil pessoas tornou-se o símbolo máximo da "humanização do concreto" promovida pela gestora.
Para além das arquibancadas, a administração Collins inovou na gestão dos bastidores. Um dos projetos mais emblemáticos consolidados no último ano foi a Cantina da Inclusão, instalada na área técnica (docas) da Arena.
O projeto cumpre uma dupla função social:
Empreendedorismo Materno: O espaço é gerido por mães atípicas, proporcionando geração de renda e ocupação digna para mulheres que dedicam suas vidas ao cuidado de filhos com deficiência.
Integração Operacional: A cantina atende o contingente de militares, policiais e funcionários do estádio, integrando a logística das 40 lanchonetes da Arena a uma rede de suporte social e convivência.
Apesar dos avanços e do reconhecimento de órgãos técnicos, a gestão não esteve imune a embates políticos. No fechamento de 2025, a administração precisou reagir a ondas de desinformação e fake news que tentavam desqualificar o trabalho realizado no equipamento.
Analistas políticos avaliam que a visibilidade dos resultados e a conduta ilibada da Missionária Michelle Collins geraram reações de opositores no tabuleiro eleitoral. No entanto, os números serviram como o principal contraponto técnico: o estádio encerrou o ano com recordes de ocupação, manutenção preservada e uma política de ingressos sociais que beneficiou milhares de estudantes da rede pública.
Ao concluir seu trabalho a frente da Arena de Pernambuco, fica evidente que Michelle Collins não apenas administrou um estádio; ela entregou a Pernambuco um equipamento público com propósito social, provando que a vontade de fazer e a dedicação são os pilares de uma gestão pública eficiente.
Ao assumir a diretoria da Arena de Pernambuco na transição para 2025, a Missionária Michele Collins não encontrou apenas um estádio de futebol, mas um complexo de desafios estruturais, financeiros e, principalmente, sociais acumulados ao longo de quase 13 anos.
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