O procedimento aparece no Diário Oficial desta quinta-feira, 28 de novembro, e está sob responsabilidade da 5ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital.
Prefeito do Recife, João Campos Foto: Portal de Prefeitura
O Ministério Público de Pernambuco (MPPE) iniciou uma investigação para apurar possíveis irregularidades na aplicação do exame psicotécnico do concurso público da Prefeitura do Recife destinado ao cargo de Agente de Apoio ao Desenvolvimento Escolar Especial (AADEE).
O procedimento aparece no Diário Oficial do MPPE desta quinta-feira, 28 de novembro, e está sob responsabilidade da 5ª Promotoria de Justiça de Defesa da Cidadania da Capital, coordenada pelo promotor Charles Hamilton dos Santos Lima.
O documento cita o Procedimento Preparatório nº 01998.001.433/2025, que busca esclarecer uma denúncia relacionada à forma como o psicotécnico foi aplicado aos candidatos. A etapa faz parte do processo seletivo organizado pelo município e integra o conjunto de avaliações exigidas para o exercício da função. A apuração tenta entender se houve falhas que possam ter prejudicado concorrentes ou comprometido a lisura do exame.
O cargo de Agente de Apoio ao Desenvolvimento Escolar Especial integra a estrutura educacional do Recife. A função atua no suporte a estudantes com deficiência ou necessidades específicas. Por isso, o concurso desperta grande interesse entre profissionais que buscam oportunidades na área da educação. A notícia sobre uma possível irregularidade na etapa psicológica chamou atenção porque esse tipo de avaliação costuma gerar dúvidas entre participantes, sobretudo quando envolve critérios subjetivos.
O procedimento aberto pelo Ministério Público não traz, no Diário Oficial, detalhes sobre a denúncia. O texto informa apenas que a Promotoria recebeu notícia sobre problemas na aplicação do teste e decidiu investigar. A abertura de um Procedimento Preparatório funciona como etapa inicial. Ele serve para organizar documentos, ouvir envolvidos e reunir elementos que possam confirmar ou descartar a suspeita.
A investigação também busca entender se a empresa responsável pelo concurso seguiu os parâmetros definidos no edital e se aplicou o psicotécnico em condições consideradas adequadas. A etapa psicológica dos concursos públicos precisa observar padronização, transparência e fundamentação técnica.
A equipe da 5ª Promotoria deve solicitar documentos que mostrem como a etapa foi conduzida. Entre eles, estão relatórios de aplicação, registros da banca examinadora e informações sobre os métodos psicológicos empregados. O órgão também pode pedir explicações à Prefeitura do Recife e à empresa organizadora. O caso segue em análise
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