Imagem do presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, com tarja de concurso. Foto: Ricardo Stuckert
O Ministério das Relações Exteriores (MRE) encaminhou ao Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) um novo pedido de concurso público para a carreira de oficial de chancelaria. A solicitação contempla 100 vagas e, caso seja aprovada, poderá viabilizar nomeações a partir de 2026.
O envio da demanda foi feito dentro do prazo estabelecido pelo governo federal. Conforme orientações do MGI, todos os órgãos da administração pública direta tinham até 31 de maio para apresentar seus pedidos de provimento de cargos e autorizações de concursos.
No entanto, a solicitação feita pelo Itamaraty ainda depende de avaliação e autorização formal. Ou seja, o pedido não representa garantia de realização do certame, mas é o primeiro passo necessário no processo.
Atualmente, o concurso mais recente para oficial de chancelaria foi realizado em 2023 e continua em vigor até maio de 2026. Isso significa que o MRE ainda pode convocar aprovados do último edital.
Mesmo assim, o novo pedido de 100 vagas demonstra a expectativa do órgão em ampliar ou manter o número de servidores ativos na carreira, especialmente diante da demanda crescente por profissionais qualificados no apoio técnico e administrativo das atividades diplomáticas do Brasil no exterior e no país.
A carreira de oficial de chancelaria exige formação superior em qualquer área. Trata-se de um cargo de nível estratégico no corpo técnico do Itamaraty. Os servidores atuam diretamente na formulação, implementação e avaliação de ações de política externa e também no apoio à gestão administrativa das representações brasileiras.
O salário inicial atrai muitos candidatos. Atualmente, a remuneração bruta para o cargo chega a R$ 11.169,77, já incluindo o auxílio-alimentação de R$ 1.000,00.
Por enquanto, o cenário permanece em análise. O pedido do Itamaraty está entre os diversos que aguardam resposta do Ministério da Gestão. Se aprovado, o novo concurso pode contribuir para recompor o quadro de servidores em um dos órgãos mais estratégicos da diplomacia brasileira.
A atualização mais recente ainda reforça o interesse do Ministério das Relações Exteriores em manter o ritmo de concursos regulares, sinalizando preocupação com a estrutura de apoio técnico da política externa brasileira.
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Os candidatos precisam ter ensino médio completo para concorrer aos cargos. O edital exige idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos até a data limite de inscrição.
Nesta fase, os participantes precisam encaminhar documentos que comprovem formação e experiência. A banca utiliza esses dados para atribuir pontos extras na classificação final.
A proposta já recebeu aprovação da Câmara dos Deputados e agora aguarda a votação final. Do total de cargos, 232 são destinados a analista judiciário e 242 para técnico judiciário.
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