Fachada da Funai. Foto: Reprodução
A Fundação Nacional dos Povos Indígenas (Funai) divulgou um novo edital com 900 vagas para concurso temporário em diversas regiões do país.
A seleção ocorre meses após o concurso público para servidores efetivos e agora se volta às funções de agente e especialista em proteção territorial. Os cargos exigem nível médio ou superior e têm salários que chegam a R$ 6.681,70.
Os profissionais selecionados vão atuar diretamente em unidades da Funai espalhadas por 17 estados, incluindo Acre, Amazonas, Maranhão, Bahia, Mato Grosso e São Paulo. A sede da Coordenação-Geral de Monitoramento Territorial, em Brasília, também receberá parte dos selecionados.
A seleção foi dividida em quatro blocos, com datas diferentes para abertura de inscrições.
O primeiro grupo, com 93 vagas destinadas a Brasília, abre inscrições no dia 9 de julho de 2025. O segundo, com 329 vagas, é voltado a regiões do Pará, Maranhão, Rondônia e Mato Grosso, com inscrições a partir de 22 de setembro. O terceiro bloco, com 241 oportunidades, começa a receber candidatos em 5 de janeiro de 2026. O último grupo, com 237 vagas, abrirá inscrições no dia 6 de abril do mesmo ano.
As inscrições são gratuitas e podem incluir candidatos que desejam apoiar outras coordenações regionais mesmo fora das vagas anunciadas inicialmente. O contrato de trabalho temporário terá duração de quatro anos, com possibilidade de prorrogação por mais um, totalizando até cinco anos de atuação.
O cargo de agente de proteção territorial exige ensino médio completo e experiência com monitoramento ambiental ou territorial. A faixa etária para contratação vai de 18 a 59 anos. O salário é de R$ 2.452,50 por 40 horas semanais.
Para o posto de especialista em proteção territorial, o candidato precisa ter nível superior em uma das áreas previstas no edital. Também é obrigatório possuir CNH (categoria B ou superior), estar entre 18 e 65 anos e demonstrar experiência na coordenação de equipes. A remuneração é de R$ 6.681,70. Ambos os cargos oferecem auxílio-alimentação, transporte e pré-escolar, conforme a necessidade do servidor.
Entre os diferenciais buscados, estão habilidades em trabalhos de campo, experiência em indigenismo ou com comunidades tradicionais, além de conhecimento em geointeligência e manejo do fogo. Os contratados vão atuar em regiões de difícil acesso, com deslocamentos por áreas remotas e biomas diversos.
O edital garante reserva de vagas para pessoas pretas, pardas, indígenas, quilombolas e com deficiência, respeitando os critérios legais de inclusão e diversidade.
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A minuta detalha a divisão das vagas excedentes entre os cinco cargos da área Policial. O cargo de agente concentra a maior parte das oportunidades
A expectativa em torno do certame mobiliza candidatos que buscam cargos como agente, escrivão e delegado
As oportunidades são destinadas a profissionais de nível fundamental, médio, técnico ou superior.
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