Pesquisador em laboratório. Foto: Freepik. Arte: Portal de Prefeitura
O Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) autorizou a nomeação de 57 candidatos aprovados no concurso público para o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). A portaria nº 11.343, respectivamente, foram publicadas nesta segunda-feira, 22 de dezembro, no Diário Oficial da União.
As nomeações contemplam os cargos de pesquisador e tecnologista, ambos de nível superior, para as seguintes unidades de pesquisa:
“Com a autorização, as unidades de pesquisa do MCTI fortalecerão suas capacidades científicas e tecnológicas, ampliando a produção de conhecimento, a pesquisa aplicada e o desenvolvimento de soluções voltadas aos desafios regionais e nacionais. O reforço no quadro de pesquisadores e tecnologistas contribuirá para o avanço das atividades nas áreas de biodiversidade, sustentabilidade, inovação e desenvolvimento”, diz o MGI.
As portarias estabelecem que a nomeação dos novos servidores fica condicionada à existência de vagas disponíveis no momento da nomeação e à adequação orçamentária e financeira da despesa pelos órgãos.
O MGI também autorizou a nomeação de 192 candidatos no exame da Polícia Federal (PF), com a portaria de nº 11.342.
As nomeações para a PF contemplam 92 vagas para os seguintes cargos de nível superior:
Já para o nível intermediário, são 100 vagas de agente administrativo.
Segundo o MGI, o ingresso do pessoal reforçará a capacidade administrativa e técnica da PF, contribuindo para a “melhoria da gestão interna, do apoio às atividades finalísticas e da prestação de serviços à sociedade”.
“O ingresso de novos servidores permitirá maior eficiência no suporte às ações de investigação, inteligência e combate ao crime organizado”, diz a pasta, em comunicado.
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Os candidatos precisam ter ensino médio completo para concorrer aos cargos. O edital exige idade mínima de 18 anos e máxima de 30 anos até a data limite de inscrição.
Nesta fase, os participantes precisam encaminhar documentos que comprovem formação e experiência. A banca utiliza esses dados para atribuir pontos extras na classificação final.
A investigação apura irregularidades no certame do Tribunal de Justiça de Pernambuco, realizado em setembro de 2025 para o cargo de técnico.
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