A Operação foi deflagrada pela PF para investigar um esquema de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.
André Felipe e Henrique Souza, presos pela PF que foram soltos. Fotos: TV Globo/Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
Dois dos sete presos na operação da Polícia Federal que investiga um esquema fraudulento no Banco Master foram soltos na noite de quinta-feira, 20 de novembro. Ambos deixaram a Superintendência da PF em São Paulo após o fim do prazo da prisão temporária, que tinha validade de três dias e não foi renovada. A informação foi confirmada pelas defesas.
Foram liberados:
Eles deixaram a Superintendência carregando travesseiros e tentando cobrir os rostos.
Quem segue preso
Outros cinco investigados continuam detidos porque tiveram a prisão preventiva decretada, modalidade sem prazo definido. Todos são executivos ou sócios do Banco Master. São eles:
A Operação Compliance Zero foi deflagrada pela Polícia Federal na segunda-feira, 17 de novembro, para investigar um esquema de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.
A PF cumpriu sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.
As investigações começaram em 2024, após o Ministério Público Federal pedir apuração sobre indícios de fabricação de carteiras de crédito sem lastro por uma instituição financeira. De acordo com a PF, esses títulos teriam sido vendidos para outro banco. Depois de inspeção do Banco Central, os ativos foram trocados por outros sem avaliação técnica adequada, o que levantou suspeitas de irregularidades. O caso evoluiu rapidamente e passou a envolver suspeita de crimes graves.
3
08:42, 27 Out
27
°c
Fonte: OpenWeather
Também foram instaurados 13 inquéritos policiais e lavrados 64 termos circunstanciados de ocorrência.
O senador disse que a decisão do ministro do STF foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição.
A manifestação foi publicada na sexta-feira, 23 de outubro e aponta suspeitas de envolvimento do político com organizações criminosas.
mais notícias
+