Dono do Banco Master é preso pela Polícia Federal. Foto: Divulgação
A Polícia Federal prendeu, nesta segunda-feira, 17 de novembro, o empresário Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, no aeroporto de Guarulhos, na Grande São Paulo. Ele tentava deixar o país em um avião particular quando agentes federais cumpriram o mandado de prisão. Depois da detenção, ele seguiu para a Superintendência da PF em São Paulo.
A prisão de Daniel Vorcaro se insere no contexto da Operação Compliance Zero, deflagrada pela Polícia Federal para investigar um esquema de emissão de títulos de crédito falsos por instituições financeiras que integram o Sistema Financeiro Nacional.
A PF cumpre sete mandados de prisão e 25 de busca e apreensão em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.
As investigações começaram em 2024, após o Ministério Público Federal pedir apuração sobre indícios de fabricação de carteiras de crédito sem lastro por uma instituição financeira. De acordo com a PF, esses títulos teriam sido vendidos para outro banco. Depois de inspeção do Banco Central, os ativos foram trocados por outros sem avaliação técnica adequada, o que levantou suspeitas de irregularidades. O caso evoluiu rapidamente e passou a envolver suspeita de crimes graves.
A PF investiga crimes como gestão fraudulenta, gestão temerária e organização criminosa. A operação pretende identificar todos os responsáveis pelo esquema e mapear os danos potenciais ao sistema financeiro. A corporação reforça que a apuração busca garantir a transparência das operações bancárias e a segurança de clientes e investidores.
A prisãode Daniel Viraro aconteceu um dia após a divulgação de um acordo de compra do Banco Master. Um consórcio liderado pelo grupo de investimentos Fictor Holding Financeira anunciou a intenção de adquirir a instituição. O negócio envolve investidores dos Emirados Árabes Unidos e prevê um aporte imediato de R$ 3 bilhões para reforçar o caixa do banco, que enfrenta dificuldades financeiras há meses. O processo ainda depende da avaliação do Banco Central e do Cade, como determina a legislação.
Na manhã desta terça-feira (18), o Banco Central publicou uma nota oficial decretando a liquidação extrajudicial do Master. A decisão também determinou a indisponibilidade dos bens dos controladores e dos ex-administradores. O comunicado afirma que a medida segue parâmetros legais para proteger o sistema financeiro e preservar os direitos dos clientes. A liquidação confirma a gravidade da situação da instituição, que já enfrentava pressões regulatórias.
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