Os abalos sísmicos, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala Richter, ocorrerarn a 200 quilômetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo.
14 de julho de 2026 às 11:28 - Atualizado às 11:30
Terremoto na Venezuela. (Foto: Reprodução/ Redes Sociais)
De acordo com o relatório oficial divulgado na rede social Telegram pelo presidente da Assembleia Nacional, Jorge Rodríguez, o número de mortos na Venezuela em decorrência dos terremotos que abalaram o país subiu para 4.561. O número de feridos se manteve em 16,740.
O balanço anterior, de domingo, indicava 4.490 óbitos. As autoridades não informaram o total de desaparecidos.
Dois dias após o desastre, que aconteceu em 24 de julho, a Organização das Nações Unidas estimou que este número poderia chegar aos 50 mil Algumas projeções sugerem um número mais próximo de 10.000, noticiou a agência France-Presse (AFP).
Os abalos sísmicos, de magnitude 7,2 e 7,5 na escala Richter, ocorrerarn a 200 quilômetros de Caracas, com menos de um minuto de intervalo, e foram seguidos por centenas de réplicas, de acordo com o Serviço Geológico dos Estados Unidos.
Mais de 20,2 mil pessoas estão sem casa e vivendo nestes abrigos improvisados, segundo o elatório oficial.
Equipes de resgate venezuelanas e estrangeiras continuam tentando recuperar corpos soterrados sob os escombros.
De acordo com o Governo, mais de 850 edificios foram afetados e 190 ruiram por completo.
O território brasileiro encontra-se no interior da Placa Sul-Americana, longe das zonas de contato entre placas tectônicas, onde normalmente acontecem os terremotos mais fortes. No entanto, a existência de falhas geológicas antigas e características da estrutura da crosta terrestre faz com que alguns estados apresentem registros ocasionais de abalos sísmicos de baixa ou média intensidade.
Segundo especialistas, o terremoto na Venezuela foi provocado pelo encontro entre placas tectônicas, um cenário diferente do encontrado no Brasil. Por esse motivo, o episódio não altera o nível de risco para a ocorrência de grandes terremotos em território brasileiro.
Mesmo com a baixa probabilidade de eventos de grande magnitude, a atividade sísmica no Brasil é acompanhada de forma contínua por pesquisadores, que utilizam uma rede de equipamentos instalados em diferentes regiões do país. A recomendação é que a população busque informações em fontes oficiais e evite a divulgação de conteúdos sem comprovação. Embora tremores de menor intensidade possam ocorrer eventualmente, o Brasil continua entre os países com menor risco de registrar terremotos de grande porte.
2
3
4
19:41, 26 Ago
27
°c
Fonte: OpenWeather
A mulher afirmou que passou a vender a droga após perder sua mercearia em um incêndio.
O acidente doméstico mobilizou uma equipe especializada e ainda provocou uma onda de comentários bem-humorados nas redes sociais.
A denúncia sustenta que não havia, abaixo da estrutura, equipamentos como colchões ou redes capazes de reduzir o impacto de uma eventual queda.
mais notícias
+