Presidente Lula e presidente eleito do EUA, Donald Trump. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
Nesta quarta-feira, 30 de julho, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, assinou um decreto executivo que estabelece uma tarifa de 50% sobre produtos brasileiros.
A medida, segundo o documento, foi tomada com base na Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, que autoriza o presidente norte-americano a adotar ações extremas em situações consideradas de emergência nacional.
Trump justificou a decisão alegando que políticas e ações do governo brasileiro representam uma "emergência nacional" para os Estados Unidos. De acordo com o republicano, essas ações são "incomuns" e "extraordinárias", e estariam prejudicando empresas americanas, afetando a liberdade de expressão dos cidadãos dos EUA, além de comprometer a política externa e a economia do país.
O presidente também mencionou como fator motivador da medida o que ele classificou como "perseguição, intimidação, assédio, censura e processos politicamente motivados" contra o ex-presidente Jair Bolsonaro.
Em nota, a Casa Branca afirmou que o presidente Trump tem reiterado seu compromisso de proteger a segurança nacional, os interesses econômicos e a política externa dos Estados Unidos contra ameaças estrangeiras.
O comunicado também ressalta a importância de resguardar a liberdade de expressão, proteger empresas norte-americanas contra censura ilegal e responsabilizar violadores de direitos humanos.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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