Donald Trump. Foto: Reprodução/ @realdonaldtrump
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou que fará um anúncio considerado “muito importante” sobre autismo na próxima segunda-feira, 22 de setembro. A declaração ocorreu durante um jantar promovido pelo American Cornerstone Institute, em Washington. Trump não detalhou o conteúdo da medida, mas disse acreditar que será “uma das coisas mais importantes” de sua gestão.
O tema tem ganhado destaque nos EUA devido ao aumento expressivo dos diagnósticos nas últimas duas décadas. Dados dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) indicam que, em 2020, 1 a cada 36 crianças de 8 anos, o equivalente a 2,77%, recebeu diagnóstico de autismo. Em 2000, a taxa era de 0,66%.
Esse crescimento alimenta o debate entre cientistas, médicos e gestores de saúde. Pesquisas apontam que fatores genéticos e influências ambientais podem estar ligados ao transtorno, mas ainda não existe consenso definitivo sobre as causas.
Nos últimos dias, veículos de imprensa americanos levantaram hipóteses sobre os próximos passos do governo. O Wall Street Journal publicou que Robert F. Kennedy Jr., secretário de Saúde dos EUA, pode divulgar novas recomendações sobre o uso do analgésico Tylenol durante a gravidez, relacionando o medicamento ao risco de autismo. A possibilidade, no entanto, contraria diretrizes médicas que defendem a segurança do fármaco.
Kennedy também tem falado em uma “epidemia de autismo” alimentada por “toxinas ambientais”, reforçando a necessidade de ampliar estudos para compreender o aumento das taxas no país.
No mesmo evento, Trump adiantou que o governo apresentará nesta semana um novo modelo de precificação de medicamentos, chamado de “nação mais favorecida”.
A proposta, que será conduzida por Mehmet Oz, administrador dos Centros de Serviços Medicare e Medicaid, busca equiparar os preços pagos nos EUA aos menores valores praticados por países da OCDE.
“O Dr. Oz está no comando, é um cara inteligente e durão, e espero que ele faça isso. E se os países nos dificultarem, vamos impor tarifas a eles”, afirmou Trump.
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