Mergulhador grava momento em que é atacado por tubarão nas "erro meu" Foto: Reprodução
O mergulhador e praticante de pesca subaquática Henry Gibbs foi atacado por um tubarão-cinzento-dos-recifes enquanto mergulhava nas Ilhas Fiji.
O ataque, que resultou em ferimentos na perna da vítima, foi registrado em vídeo pelo próprio esportista e divulgado em suas redes sociais no último domingo, 26 de julho.
As imagens mostram o exato momento em que o predador avança, morde a panturrilha de Gibbs e realiza uma manobra de rotação na água antes de soltá-lo.
A expedição, que começou de forma calma em um recife local, migrou para águas mais profundas em busca de peixes maiores. No entanto, a movimentação da embarcação, o barulho dos arpões e a intensa atividade aquática alteraram o comportamento dos animais ao redor.
Gibbs relatou que um dos tubarões passou a nadar em semicírculos cada vez mais fechados e chegou a investir contra o barco antes da agressão.
"Olhando para trás, isso deveria ter sido um sinal suficiente para encerrar o mergulho. Nunca pensei que um tubarão daquele tamanho fosse uma ameaça, e isso foi um erro", desabafou o mergulhador.
Acostumado a mergulhar na Nova Zelândia, onde os tubarões costumam apresentar uma conduta menos hostil, Gibbs admitiu ter projetado o mesmo padrão comportamental nas espécies de Fiji.
A premissa revelou-se um equívoco perigoso quando a fêmea de tubarão-cinzento ignorou a tentativa de bloqueio feita com a arma de lança.
O animal desviou do equipamento, posicionou-se abaixo do mergulhador e abocanhou a parte traseira de sua perna. O caso serve como alerta sobre a imprevisibilidade da fauna marinha e a importância de respeitar os sinais de estresse emitidos por predadores topo de cadeia.
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A visualização foi publicada em 15 de julho pelo Scientific Visualization Studio, centro responsável por produzir conteúdos científicos visuais para a agência espacial norte-americana.
A ação foi realizada pela tripulação do cúter Munro, que acompanhava a embarcação durante a operação de combate ao tráfico internacional de entorpecentes
O texto repete as justificativas do decreto do ano passado, incluindo acusações de restrições à liberdade de expressão, violações de direitos humanos e perseguição política ao ex-presidente Jair Bolsonaro
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