Nicolás Maduro, presidente da Venezuela e líder da oposição, María Corina Machado. Fotos: Marcelo Camargo/Agência Brasil e Redes Sociais/Reprodução. Arte: Portal de Prefeitura
A líder da oposição venezuelana María Corina Machado afirmou, neste sábado, 3 de janeiro, que o oposicionista Edmundo González deve assumir o poder na Venezuela de forma imediata. A declaração ocorre após a captura do presidente Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, confirmada no mesmo dia.
Vencedora do Prêmio Nobel da Paz de 2025, Machado se pronunciou publicamente pela primeira vez desde a operação realizada em Caracas. Em comunicado, ela declarou que a oposição está pronta para assumir o comando do país.
Segundo María Corina Machado, o grupo oposicionista está preparado para “fazer valer o mandato popular” e promover a transição de poder. A líder não detalhou os próximos passos nem como se daria o processo de posse de Edmundo González.
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"Esta é a hora dos cidadãos (...) que elegeram Edmundo González Urrutia como legítimo presidente da Venezuela, quem deve assumir de forma imediata seu mandato constitucional e ser reconhecido como Comandante-chefe das Forças Armadas por todos os oficiais e soldados que as integram", disse a oposicionista María Corina Machado.
O ex-presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, está sendo transferido para Nova York para enfrentar julgamento por narcotráfico, acompanhado da esposa, Cilia Flores. Caso seja condenado, ele poderá ser recolhido ao Centro de Detenção Metropolitana do Brooklyn, um dos presídios mais rigorosos dos Estados Unidos.
O local é conhecido por abrigar criminosos de alto perfil e celebridades. Entre os detentos ilustres que já passaram por lá estão o rapper Sean “Diddy” Combs e o ex-presidente da CBF, José Maria Marin, condenado por corrupção após ser capturado na Suíça.
Para especialistas em direitos humanos, a prisão é apelidada de “o inferno na terra”, devido à severidade das condições. No entanto, mesmo com sua fama, especialistas ressaltam que ela oferece melhores condições que os calabouços venezuelanos usados por Maduro para punir opositores, onde prisioneiros eram deixados à míngua até a morte sob acusações falsas.
A chegada de Maduro a Nova York acontece após as ofensivas estadunidenses a capital venezuelana na madrugada deste sábado, 3 de janeiro.
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