Corina Machado e Maduro. Foto: Arte/Portal de Prefeitura
A líder da oposição venezuelana, María Corina Machado, foi detida após participar de protestos contra o governo de Nicolás Maduro. Antes disso, a líder da oposição também havia sido alvo de disparos efetuados por integrantes das forças de segurança chavistas enquanto estava acompanhada de sua comitiva. Este foi seu primeiro ato público em cerca de quatro meses.
Uma postagem na conta "Comando ConVzla" no X, utilizada por María para convocar manifestações contra o regime chavista, informa que ela foi "violentamente interceptada" ao deixar o comício em Chacao, município localizado a 4 km de Caracas, capital da Venezuela. A mensagem foi compartilhada também pela conta oficial da líder política.
Edmundo González, um dos principais aliados de María, exigiu, em uma publicação no X, a "liberação imediata" de sua companheira de luta. Ele ainda enviou uma mensagem direta às forças de segurança de Maduro: "não brinquem com fogo."
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A mulher afirmou que passou a vender a droga após perder sua mercearia em um incêndio.
O acidente doméstico mobilizou uma equipe especializada e ainda provocou uma onda de comentários bem-humorados nas redes sociais.
A denúncia sustenta que não havia, abaixo da estrutura, equipamentos como colchões ou redes capazes de reduzir o impacto de uma eventual queda.
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