Primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu Foto: Alan Santos/PR
Poucas horas após assinar uma declaração conjunta com o Líbano para a implementação de um novo cessar-fogo, Israel violou a trégua na madrugada desta quinta-feira, 4 de junho, ao realizar novos ataques de drones contra três localidades no sul do país vizinho.
Os bombardeios, que atingiram estradas na região de Nabatieh, deixaram pelo menos um socorrista morto e outro ferido. A ofensiva militar ocorreu logo após dois dias de intensas negociações diretas mediadas pelos Estados Unidos, na capital Washington, e evidenciou a fragilidade do pacto diplomático recém-firmado.
O acordo estabelecia a interrupção das hostilidades sob a condição de que o Hezbollah suspendesse completamente seus disparos e retirasse suas forças para o norte do rio Litani. Além disso, criava "zonas piloto" sob controle exclusivo do Exército libanês.
Contudo, a iniciativa foi duramente criticada internamente em Israel. O ministro da Segurança Nacional, Itamar Ben Gvir, classificou a trégua como um "grave erro e uma ilusão". Na sequência, o ministro da Defesa, Israel Katz, alertou que o exército israelense continuará com as operações militares e disparos no sul do Líbano.
A justificativa de Tel Aviv para manter a postura ofensiva baseou-se no acionamento de alertas aéreos no norte de Israel devido à entrada de uma suposta aeronave hostil. Por sua vez, o Hezbollah também relatou ter lançado foguetes contra posições israelenses em Al-Qantara e atacado um posto de comando com drones.
Em tese, uma trégua anterior já vigorava desde 17 de abril, mas vinha sendo sistematicamente desrespeitada por ambas as partes. Desde o início do conflito em março, as investidas israelenses já deixaram mais de 3,5 mil mortos e um milhão de deslocados no Líbano. Uma nova rodada de negociações em Washington está prevista para o final de junho, mas o cenário atual permanece sob forte tensão.
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Não foram apresentados detalhes oficiais sobre os motivos que levaram ao cancelamento do visto da diplomata. Também não houve manifestação pública do governo americano explicando os fundamentos da decisão
Segundo informações divulgadas pelo UFC, o atleta teria sofrido um aparente ataque cardíaco enquanto dormia e não resistiu.
o líder argentino ainda completou dizendo, ''ele foi solto por uma falha administrativa no procedimento, não por ser inocente'', afirmou.
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